Fidelidade Canina

fidelidade canina

Esta história aconteceu em Campo Grande – MS,  com um amigo do meu amigo João Batista Costa Marques, grande violeiro e cantador que veste bermuda e camiseta à noite e terno e gravata de dia como desembargador no Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul!

Era uma noite quente e escaldante de uma sexta-feira… Estávamos à beira da piscina, numa rodada de viola, boleros e guarânias que um trio paraguaio mandava ver! Uísque Gold Label Reserve 18 anos, pois segundo o jurista, menos de 18 anos é pedofilia etílica! Apoiado! Plenamente de acordo!

Este amigo que me referi e por motivos óbvios não vou revelar seu nome, não obstante não advoga mais em Campo Grande e hoje mora em Balneário Camboriú… Qualquer semelhança poderá ser mera coincidência!

Contava que nos tempos idos, passeava com seu cachorro de raça Fila pelas ruas arborizadas e floridas da “cidade morena”. De repente, ao virar uma esquina, se deparou com uma garota de tirar o fôlego! Linda e estonteante do tipo “vai verão…vai verão!”. Ela passeava com sua cachorra, uma Doberman, que dava medo só de olhar!

Enquanto os cães se cheiravam, o casal conversava com um intenso brilho no olhar!

Papo vai, papo vem, enroscaram num barzinho da esquina e foram terminar os drinks na casa dela!

Lá pelas tantas, rolou dança, abraços e tudo corria como queriam! Clima perfeito! Uau!

A donzela sensualmente se atirou no sofá e o mancebo foi pra cima! Qual sua surpresa, quando a cachorra num gesto de proteção a sua dona, avançou sobre ele (não vou dizer o nome) e entre os latidos raivosos, arranhou-lhe e tacou-lhe várias dentadas mutilando seu braço esquerdo e a panturrilha direita! Do sofá para o pronto socorro. Doze pontos!

Enquanto ele terminava de nos contar o lamentável incidente, fiquei pensando: “O cão é o melhor amigo do homem, mas a cachorra…não!”.

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