Boletim da qualidade da água será divulgado a partir do dia 22

Andreza Rossini

Com Aen

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) vai divulgar a partir do dia 22 de dezembro, um boletim semanal sobre como está a qualidade das águas no Litoral, na Costas Oeste e Costa Norte do Estado. O instituto já iniciou o monitoramento para emissão do primeiro Boletim de Balneabilidade da temporada 2017/18.

De acordo com a diretora de Monitoramento Ambiental e Controle de Poluição, Ivonete Chaves, o IAP faz uma avaliação antes da temporada nos locais que sempre têm maior número de banhistas e onde possa haver lançamento de águas pluviais e de rios que cheguem ao mar.

“São medidos os níveis de Escherichia coli (E.coli) na água, um coliforme fecal. Dependendo do número de organismos detectados, a água se torna própria ou imprópria para banho, de acordo com critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama)”, explica ela.

O monitoramento do IAP durante toda a temporada possibilita verificar a contaminação por esgoto sanitário clandestino e avalia a possibilidade de uso da água para atividades de lazer de contato primário, ou seja, de contato direto e prolongado, como natação, mergulho, esqui aquático.

Divulgação

Os boletins serão divulgados no site do IAP todas as sextas-feiras. No Litoral são monitorados 49 pontos de toda a orla – 13 pontos em Guaratuba, 14 em Matinhos, 11 em Pontal do Paraná, seis na Ilha do Mel, três em Morretes e dois em Antonina. A avaliação acontece nas cidades de Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Itaipulândia, Missal, Santa Helena, Entre Rios do Oeste, Marechal Cândido Rondon e em Primeiro de Maio.

Sinalização

Como nos anos anteriores, o veranista pode se orientar de acordo com as bandeiras na orla das praias, nos rios e nos reservatórios, que indicam se os locais estão próprios ou impróprios para banho. A sinalização aponta a condição da água a 100 metros a direita e a esquerda de cada bandeira.

A cor vermelha aponta que a água não é recomendada e a azul que a região está própria para banho. “A água imprópria traz muitos prejuízos à saúde, como dermatites, problemas gastrintestinais e outras doenças mais graves. Por isso, esse monitoramento é importante, assim como o respeito à sinalização”, ressalta Ivonete.

 

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