Cavalo é encontrado com tornozeleira eletrônica em Ponta Grossa

Foto: Divulgação/SESP
Foto: Divulgação/SESP

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária (Sesp) retirou uma tornozeleira eletrônica da pata de um cavalo, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, na quinta-feira (28).

Por meio de nota, a secretaria informou que o aparelho não funcionava desde fevereiro e que o detento responsável por ele, que não teve o nome divulgado, “perdeu o benefício e cumpre pena em regime semiaberto”.

Quem usa o equipamento precisa ficar com ele 24 horas por dia. “Não pode tirar o equipamento para dormir e nem para tomar banho. Tampouco pode ultrapassar uma área restrita determinada pela Justiça – caso o faça, o dispositivo com tecnologia GPS vibra, emite sons de alerta e comunica a violação à central de monitoramento”, diz a Sesp.

Reprodução/Portal aRede

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Atualmente, 391 pessoas são monitoradas por tornozeleira em Ponta Grossa. A foto do animal com a tornozeleira foi enviada a um portal de notícias e viralizou nas redes sociais.

Veja a íntegra da nota enviada pela Sesp:

“A Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária informa que a tornozeleira encontrada está desativada desde fevereiro deste ano. Já o detento, perdeu o benefício e cumpre pena em regime semiaberto.
Cabe esclarecer que os indivíduos são monitorados 24 horas por dia por agentes penitenciários capacitados que atuam na Central de Monitoramento do Depen e também no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), da Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária.
O indivíduo que recebe o benefício da tornozeleira eletrônica é monitorado dia e noite e não pode tirar o equipamento para dormir e nem para tomar banho. Tampouco pode ultrapassar uma área restrita determinada pela Justiça – caso o faça, o dispositivo com tecnologia GPS vibra, emite sons de alerta e comunica a violação à central de monitoramento.
Todas as vezes em que há rompimento do lacre da tornozeleira ou desligamento (seja provocado ou por falta de bateria) um sinal é acionado no Centro Integrado. Os agentes entram em contato com o monitorado para que o equipamento seja corretamente usado. Caso seja caracterizado alguma violação das condições impostas, o Depen comunica imediatamente o Judiciário, um novo mandado de prisão é expedido e os detentos perdem o benefício e regridem no regime prisional.
Atualmente são 391 monitorados por tornozeleiras eletrônicas em Ponta Grossa”.