A Europa voltou

Europa-Bandeira

Voltei de viagem à Europa. Passei pela Inglaterra, França e Espanha.
Atordoados pelos pronunciamentos e ações do novo presidente norte-americano, ingleses, franceses e espanhóis se posicionam radicalmente contra tudo que ele falou e praticou até agora.
Me perguntei se a Europa poderia prescindir de uma integração econômica maior com os americanos e observei o mercado de trabalho, o consumo e as obras públicas.
Diferente de anos atrás, as lojas estão cheias, com gente consumindo, placas recrutando trabalhadores e muitas, mas muitas obras públicas e particulares sendo tocadas.
Para se ter uma ideia, o desemprego na Espanha caiu de 26%, para 16% nos últimos dois anos.
Mesmo a decisão da saída da Inglaterra da Comunidade Europeia não afetou sua economia, como os mais pessimistas previam.
Felizmente, a Europa se recupera consistentemente num momento em que os Estados Unidos se fecham dentro dos muros demagógicos e ideológicos do Partido Republicano. Aquele que só enxerga o umbigo. Pensei que o ignorante do George W. Busch iria destruir o império, mas acho que o trabalho ficou designado ao Trump.
Num mundo interligado tecnologicamente e economicamente não se pode mais admitir muros, mas pontes que permitam o livre trânsito de pessoas e bens.
Aliás, é muito engraçado e a prova de que a globalização é real: tudo que tem lá tem aqui. Com uma diferença: o preço, afinal eles não pagam a montanha de impostos que pagamos.

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