Hora de arriscar

onde investir

A previdência privada tem R$ 1,4 trilhão no Brasil.
Até pouco tempo atrás, a maior parte dessa grana estava aplicada em títulos públicos. Bom para o governo, bom para o investidor, ruim para o país. Ao invés de o dinheiro ser aplicado no setor produtivo, nas empresas, na infra-estrutura e nos serviços, era usado para financiar a dívida do governo federal, que chegou a pagar 14,25% de juros ao ano.
Hoje, a SELIC, que remunera os títulos públicos, está em somente 8,25%.
Se descontarmos a inflação de uns 3%, ainda sobra só uns 5% de ganho real. Mas está caindo.
Bom para o governo- que paga menos para financiar sua dívida- bom para o país- pois investimento rentável, só no setor produtivo- e ruim para o investidor.
Aqueles que investem para o longo prazo, então- como para aposentadorias- se persistirem só com os títulos públicos, vão ter que viver lá na frente com muito menos do que sonharam.
Por isso, amigo ouvinte, hoje, não basta só ter previdência privada. Tem que saber onde investir.
E só há um caminho: arriscar mais. Investir em fundos de ações, em fundos multimercado, em Letras, em títulos privados- como debêntures de empresas- e CDBs de bons bancos.
Se o gerente do teu PGBL ou VGBL não te alertou sobre isso, faça portabilidade da tua poupança previdenciária, caia fora da instituição.
Ele não está nem aí para o teu futuro.

Consultas sobre finanças e previdência : (41) 3013-1483