Fundo partidário, uma vergonha e rombo nos cofres públicos

campanhaeleitoral

Mais uma vez o Congresso Nacional, que dá guarida a dezenas de corruptos, apunhala pelas costas o já sofrido povo brasileiro. Com o fundo eleitoral, dinheiro dos cofres públicos, da saúde, da educação, segurança e infraestrutura, resultará em um rombo de R$ 300 milhões no Orçamento do ano que vem.

O Fundo Partidário, segundo levantamento feito pela coluna do jornalista Claudio Humberto, que só faz aumentar de valor todos os anos e já pagou mais de R$ 158,3 milhões, entre janeiro e 30 de setembro deste ano, apenas aos três maiores partidos do país: PT, PSDB e PMDB. O PT do ex-presidente Lula e protagonista do maior escândalo de corrupção da História, é o maior beneficiado pelo fundo: R$ 60,2 milhões em nove meses, pouco mais de 10%. O PSDB é segundo, com R$ 49,7 milhões

Não adianta tentarem mascarar, sustentando que o fundo vai tirar dinheiros de outras áreas que não sejam as emergenciais, que este valor terá de ser coberto com verba do Tesouro já que os cálculos para chegar ao total de R$ 1,77 bilhão consideraram uma receita que não será obtida em 2018.

O  Fundo Especial de Financiamento de Campanha, criado esta semana, causará um duro golpe nas emissoras de televisão e rádio já que não haverá mais propaganda partidária.

Segundo levantamento de Humberto, de 2007 a 2017, os partidos políticos levaram um total de mais de R$ 4 bilhões bancados pelo contribuinte brasileiro O PMDB de Michel Temer e Renan Calheiros é o terceiro partido que mais recebeu verbas do Fundo Partidário: R$ 48,4 milhões.. Em 2015, a então presidente Dilma sancionou aumento do fundo partidário, que saltou de R$300 milhões para R$811 milhões.