Movimentos sociais marcam protesto em frente à casa de Fachin

Fachin não aceitou as argumentações do senador Telmário Miranda, do PDT de TocantinsArquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ana Krüger/ CBNCuritiba

A manifestação é organizada pelas redes sociais por movimentos como o “Curitiba contra a corrupção”, o “Lava Togas” e o “Vem pra rua”. O ato chamado de “repúdio a impunidade” critica recentes decisões do Judiciário relacionadas à Operação Lava Jato.

O protesto está programado para acontecer em frente à casa de Curitiba do ministro do Supremo, Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte. Narli Rezende é uma das organizadoras do ato e explica o motivo dos protestos.

“Contra a soltura de Rodrigo Rocha Loures… o Aécio está solto, a irmã de Aécio, que está solta. Então  nós vamos fazer um ato contra o STF, especialmente contra o Fachin, que é nosso, é paranaense, é o relator da Lava Jato do Supremo, contra o Tribunal Superior Eleitoral também, que isentou a chapa Dilma Temer, e contra o TRF4, que soltou o Vacari”, afirmou.

A manifestação é simbólica. A orientação é que os participantes vistam preto.

A integrante do movimento Curitiba contra a Corrupção convoca os cidadãos para participar.

“É preciso que o judiciário, principalmente as instâncias superiores… eles precisam ouvir a voz das ruas. Nós estamos indignados por decisões que qualquer um, por menos que seja estudado, entende que são decisões tendenciosas. Eu acho que não é mais hora para o brasileiro se calar”. disse.

A manifestação está prevista para começar às 19h desta sexta feira (7), na região do Cabral, onde fica o imóvel.