Público lota arquibancadas para acompanhar desfile de Curitiba

Foto de Lucian Pecheti / CBN Curitiba
Foto de Lucian Pecheti / CBN Curitiba

Por Lucian Picheti /CBN Curitiba

A festa começou no início da tarde com o baile infantil. Depois foi a vez de sete blocos carnavalescos tomarem conta da avenida. Como já é tradição, o Rancho das Fores, que reúne foliões da melhor idade, fechou o desfile.

Por volta das 19h teve início o desfile das escolas de samba do Grupo de Acesso: Enamorados do Samba, Unidos de Pinhais, Império Real de Colombo e Os internautas empolgaram os foliões.

A bailarina Júlia Meireles representou a diversidade brasileira na comissão de frente da Enamorados. “A gente trabalhou com material reciclável e a gente tentou representar nas fantasias a contribuição que cada país deu para a formação da cultura brasileira”.

Acostumada a pular carnaval em clubes, a aposentada Ana Maria Martins, de 77 anos, desfilou em escola de samba pela primeira vez. “O samba está no sangue. Fazia tempo que eu não passava por uma experiência tão boa como essa”.

O cortejo real puxou todas as escolas pela avenida. Para Rei Momo Rubens Marques da Silva, foi uma grande satisfação. “Representar o cortejo real e apresentar as escolas para a avenida é uma coisa que não tem preço. Me sinto muito feliz, sambo para caramba. Não vamos deixar a tristeza pular, vamos curtir o carnaval, que aqui é só alegria”.

Renata Carolina Rosa é a rainha do carnaval de Curitiba. Para a jovem, representar a festa é uma honra. “É incrível, o carnaval aqui é maravilhoso. E, esse ano ainda estou com a faixa de rainha, que é melhor ainda”.

Após o desfile das escolas do Grupo de Acesso foi a vez do Grupo Especial pisar na avenida. Quem abriu o desfile foi a Imperatriz da Liberdade, seguida pela Embaixadores da Alegria, Leões da Mocidade, e Acadêmicos da Realeza. A campeã de 2017, Mocidade Azul, fechou o desfile, já na madrugada de domingo (11).

A Avenida Marechal Deodoro é palco tradicional dos desfiles em Curitiba. Os carnavais passados estão frescos na memória do prefeito Rafael Greca. “Eu vinha na Marechal no ombro do meu pai para ver o desfile. Gostei muito um ano que vieram os carros de mutações de Florianópolis, achei aquilo de grande encantamento”.

Quem veio de fora, como o administrador carioca Alexandre Pena garante que o desfile curitibano não fica atrás dos demais. “Moro em Curitiba há 12 anos e fiquei até surpreendido positivamente. Minha esposa desfilou numa escola e achei bem interessante, bem organizado, bem legal”.