Malucelli condena farsa no julgamento do Jotinha e poderá acabar com o time

Joel Malucelli
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A falta de apuração real dos fatos, aliada à ausência de bom senso e a uma punição que deve servir a interesses pessoais, que penaliza não apenas uma instituição séria, que está no mercado há mais de 15 anos, mas todo um grupo de profissionais, seus familiares e torcedores, pode levar o JMalucelli – Jotinha – a encerrar suas atividades. Finda-se também um projeto social que, ao longo dos anos, vem tirando crianças excluídas das ruas para inseri-las no processo de cidadania.

Neste domingo (9), o presidente do JMalucelli, empresário Joel Malucelli fez um desabafo e voltou a sustentar que o regulamento da Federação Paranaense de Futebol e das entidades reguladores, como a Federação Brasileira de Futebol dispõe, claramente em seus artigos, que “jogador que voltar de empréstimo poderá ter sua situação regularizada até a véspera da nona rodada do campeonato em vigência”.

“O atleta Getterson, em questão, foi regularizado na terceira rodada, portanto, dentro do regulamento”, disse. O atleta Getterson nunca saiu do BID e a única alteração que houve foi um comunicado de alteração contratual, onde o profissional teve aumento de salário.

“Que interesse teria, o Sr. Paulo Schmidt, advogado em exercício da profissão da representação do Toledo, em punir o JMalucelli?”, questiona seu presidente. Lamentamos ainda a gravidade das relações pessoais a partir do momento em que tivemos a informação de que o advogado do Toledo que foi auditor do STJD e que, exercendo de suas “amizades”, esteve no Rio de Janeiro três dias antes do julgamento do JMalucelli em visita a seus ex-colegas de influência no Tribunal.

Diante desse quadro, Malucelli endossa as palavras do deputado federal, Evandro Roman, quando disse, em mensagem a Paulo Schimdt, que “não estava conseguindo dormir em razão das falcatruas na votação e punição ao JMalucelli. “Se houvesse bom senso e ética profissional, esse cidadão deveria dar-se por impedido”, comentou Malucelli, acrescentando que “esse cidadão jamais ajudou o futebol paranaense quando procurador tendo, inclusive, prejudicado o Coritiba e outros clubes do Estado”.

Segundo o presidente do JMalucelli, vale salientar que o mesmo procurador absolveu o Corinthians e Cruzeiro, em casos semelhantes . Portanto, “afirmo que este julgamento foi uma farsa e lamento que o futebol paranaense, que luta por ter uma expressão em nível nacional, tenha que passar por situações constrangedoras como essa”.