Profissão de detetive particular é reconhecida pelo governo e já tem primeiro curso ofertado

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Localizar pessoas desaparecidas, investigar crimes, roubos cibernéticos, violações de direitos e contraespionagem. Essas são algumas das atividades de um detetive particular. Uma profissão antiga, mas que só  foi reconhecida pelo Governo Federal em abril de 2017, por meio da Lei 13.432/2017.

O primeiro curso, que é inédito no país, acaba de ser lançado.  É o curso de tecnólogo em Investigação Profissional, habilitação para DetetiveParticular, oferecido à distância pelo Centro Universitário Internacional.

Após a regulamentação, o detetive particular pode acompanhar investigações policiais, desde que o acompanhamento seja autorizado pelo contratante e também tenha o aval do delegado de polícia. “Para isso, é necessário um profissional que tenha habilidades para planejar, estruturar, analisar e sintetizar as informações colhidas e sistematizá-las em relatório”, explica Jorge Bernardi, vice-reitor da Uninter e idealizador do curso.

Além de atender casos particulares, o detetive poderá também trabalhar em empresas de segurança e participar de concursos públicos que exijam formação nas áreas dos diversos órgãos da Policia Militar, Civil e Federal.

A estrutura curricular é dividida nas áreas de: Investigação e Inteligência, Polícia Científica: Prova e Local do Crime, Segurança e Proteção, Criminologia e Tecnologia Aplicada à Investigação.

A graduação aproximará o estudante de novos métodos, técnicas e recursos tecnológicos. “Além dos livros, fornecemos gratuitamente um kit de investigação profissional, com instrumentos como aparelhos de gravação de vídeo e áudio, entre outros”, detalha Bernardi.

Vestibular e matrículas

As inscrições para o vestibular já estão abertas e vão até o dia 24 de fevereiro. As primeiras aulas começam no dia 26 de fevereiro, mas a cada dois meses serão abertas novas turmas.