Gastos de 11 deputados paranaenses diminuiriam com reforma política

Kaefer teve a campanha mais cara. Foto: George Gianni / PSDB
Kaefer teve a campanha mais cara. Foto: George Gianni / PSDB

Metro Jornal Curitiba

Caso o relatório da Reforma Política seja aprovado da maneira como foi proposto, 11 dos 30 deputados federais paranaenses não poderão fazer, no ano que vem, os mesmos gastos que fizeram em 2014.

A reforma está prevista para ser votada amanhã (12) e prevê limites de R$ 175 mil para autofinanciamento e de R$ 2,5 milhões como teto de gastos.

Na última disputa, sete eleitos gastaram acima deste teto: Francischini (R$ 2,56 milhões), Giacobo (R$ 2,7 mi), Ricardo Barros (R$ 3,1 mi) Nelson Meurer (R$ 2,6 milhões), Luiz Carlos Hauly (R$ 3 mi), Edmar Arruda (R$ 2,9 mi) e Alfredo Kaefer (R$ 4,7 mi).

Já o limite para bancar os custos do próprio bolso afetaria Rossoni (que gastou 900 mil), Giacobo (571 mil), Evandro Roman (365 mil), Edmar Arruda (R$ 2,6 milhões), Kaefer (R$ 997 mil), Wandscheer (R$ 1 milhão) e Leopoldo Meyer (R$ 337 mil).

A proposta ainda prevê um financiamento público eleitoral de em torno de R$ 3.6 bilhões – medida que gera críticas entre os próprios políticos.

“O país vive uma enorme crise econômica. Problemas sérios na segurança, falta de estrutura para a educação, mais de 13 milhões de desempregados. É inaceitável gastar bilhões de reais para financiar campanha política. Eu não concordo com essa proposta”, disse a deputada Christiane Yared (PR).