Estradas rurais passam por reformas no Centro-Sul do Paraná

Redação

Estradas rurais passam por reformas no Centro-Sul do Paraná

O Governo do Paraná reformou 110 quilômetros de estradas rurais nos municípios de Manoel Ribas, Mato Rico, Palmital, Pitanga e Turvo, localizados na Região Centro-Sul do estado.

Foram realizadas intervenções de adequação, readequação, manutenção e melhorias nesses locais. A última etapa das reformas está sendo realizada nesta terça-feira (12) no município de Pitanga e deve durar até o final do mês.

Para realizar as obras o Governo do Paraná utiliza recursos do programa Estradas da Integração-Pró-Rural, via Banco Mundial, sendo essa uma iniciativa do consórcio intermunicipal Cid Centro.

O custo total dos equipamentos é de R$ 2,6 milhões e conta com uma uma escavadeira hidráulica, um trator de esteira, um rolo compactador, uma retroescavadeira, uma motoniv ladora, um caminhão comboio de 6 mil litros e quatro caminhões caçamba de 10 m³.

Desde 2017 já foram feitos trabalhos em 83 quilômetros, sendo que mais sete quilômetros em Pitanga serão finalizados até o final do mês.

A expectativa do Governo do Paraná é que as obras beneficiem 1,1 mil famílias moradores das zonas rurais desses municípios.

“Além de trazer benefícios à população, esses trabalhos ajudam a garantir maior competitividade à agroindústria regional”, explicou o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

A reforma nas estradas rurais auxilia ao escoamento da produção dessas propriedades rurais, além de possibilitar maior qualidade de vida para esses moradores, facilitando o tráfego para ônibus escolares e o deslocamento de pacientes para hospitais, por exemplo.

Atualmente o Paraná tem 97,8 mil quilômetros de estradas rurais em seus municípios, sendo que 14 patrulhas mecanizadas fazem o serviço de reforma desses espaços.

O Paraná dispõe de 97,8 mil quilômetros de estradas rurais municipais, segundo dados de 2017, que necessitam de frequentes manutenções e/ou adequações.

“Neste período de pandemia, a continuidade dos trabalhos no campo auxilia na logística do abastecimento e da saúde pública, que são serviços essenciais além de gerar empregos”, finalizou o chefe do Deagro e engenheiro agrônomo, Márcio da Silva.

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