Bytes e megabytes a serviço do campo: tecnologia pode ajudar produtores

FAEP


Uma avalanche de bytes, megabytes, startups e outros incontáveis processos tecnológicos tem soterrado os produtores rurais. Diante do desafio de absorver as ferramentas ofertadas pelo mercado, agricultores estão de olho no que pode potencializar a gestão da propriedade, alavancar os índices de produtividade e os negócios e, de quebra, reduzir os custos de produção.

Esse processo de transformação, ainda colabora diretamente para combater um dos principais desafios do agronegócio: a permanência dos jovens no campo.

Essas mudanças de comportamento dentro da porteira, com a tecnologia fazendo parte da rotina, aliada à necessidade de acompanhar o dinamismo do setor colocaram a propriedade, literalmente, na palma da mão do produtor.

Uma infinidade de softwares e startups (empresas de aplicativos voltadas para ideias inovadoras) permitem a gestão da atividade, independente da produção, se grãos, aves, suíno ou outra, ao simples toque dos dedos, mesmo que a quilômetros de distância. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), quase quadruplicou o número de startups ligadas à agricultura – as chamadas agritechs ou agtechs – nos últimos dois anos, chegando próximo de 200 no país.

“O campo está cada vez mais rápido, cheio de transformações. Os dados são um recurso natural bastante valioso, que ajudam os agricultores quando transformados em conhecimento para a tomada de decisões e soluções”, aponta Ricardo Horiuchi, especialista da multinacional canadense Thomson Reuters.

“Os produtores precisam captar os cenários, separar as informações e transformar em negócios”, complementa.

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