Dejeto no pasto, ouro na lavoura

FAEP


Os três imensos canhões, com alcance de lançamento de cerca de 500 metros, posicionados ao lado da lavoura, são sinais de que algo diferente acontece no cuidado com o solo da fazenda FrankAnna. Referência nacional na pecuária de leite, com produção na casa dos 27 mil litros por dia, a propriedade localizada em Carambeí, nos Campos Gerais, utiliza as gigantescas máquinas para a fertirrigação dos 720 hectares dedicados aos grãos. Os dejetos produzidos pelos 1,5 mil bovinos leiteiros, sendo 700 em lactação, e pelos 4,5 mil suínos, após o processo de compostagem, se transformam em “ouro marrom” nas plantações de soja, milho e feijão.

O sistema de manejo de dejetos para posterior uso na agricultura não é recente na FrankAnna. Em 2003, os proprietários da fazenda decidiram utilizar a fertirrigação como um implemento em parte das lavouras, associado à agricultura de precisão. O processo deu certo, e acabou estendido para toda a fazenda, resultando numa série de ganhos, tanto para o bolso dos donos como para a conservação do solo.

“Trabalhamos de forma integrada proporcionando que cada sistema da fazenda forneça subsídio para outro. É isso que ocorre com a fertirrigação, que além de ter todos os nutrientes, ainda é de graça”, explica Mário Sérgio Zoni, responsável pela parte de gestão e nutrição da FrankAnna. O “ouro marrom” proporciona doses de nitrogênio, fósforo, potássio e outros nutrientes, além de matéria orgânica ao solo.

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