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30,7% dos brasileiros entre 15 e 17 anos estão atrasados ou fora da escola

Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 30,7% dos jovens de 15 a 17 anos estão atrasados ou fora da escola no Brasil. O índice diminuiu em relação a 2017 quando 31,5% dos brasileiros nessa faixa etária estava nessa situação. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

Embora esse problema se manifeste com maior gravidade no ensino médio, é possível perceber que ele começa a se acentuar a partir dos anos finais do ensino fundamental. Em nota, Marina Aguas, responsável pelo suplemento de Educação da Pnad, informou que “aluno atrasado tem uma probabilidade maior de continuar atrasado ou acabar saindo do sistema de ensino”.

Outro ponto destacado foi a relação entre o Ensino Fundamental e Médio e o quanto os rendimentos do aluno interferem na aprendizagem. “Acabamos colocando peso maior sobre o ensino médio, falando sobre a questão de torná-lo atrativo e a disputa no mercado de trabalho mas, se o estudante já chega do fundamental atrasado, a chance de sair do sistema e estar desanimado com o estudo é muito maior”, destacou a gestora.

A partir dos dados revelados, o Plano Nacional de Educação (PNE) definiu como uma de suas metas que o Brasil alcance o índice de 85% dos jovens de 15 a 17 anos matriculados no Ensino Médio em 2024. Atualmente, o percentual equivale a 69,3%.

Educação de Jovens e Adultos

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma opção para os estudantes atrasados na escolarização. Essa modalidade tem, atualmente, 831 mil alunos cursando o ensino fundamental e 833 mil estudantes no ensino médio. Os interessados em ingressar no EJA, podem contar com ajuda do Educa Mais Brasil. O programa tem 15 anos de atuação no mercado e já beneficiou mais de 1 milhão de estudantes. Acesse o site do programa e confira as oportunidades disponíveis na sua região, é possível encontrar bolsas de estudo de até 70% de desconto.

Agência Educa Mais Brasil

sucesso profissional idioma

Dominar um segundo idioma pode ser sinônimo de sucesso profissional

O Cambridge English e o QS Intelligence Unit, que atua com coleta de dados do mercado empregador e de educação realizou um estudo que aponta que 95% dos empregadores de países não nativos do idioma o consideram importante e o reconhecem como a língua dos negócios. No Brasil, esse é um aspecto que ainda precisa melhorar: apenas 78% dos gestores da alta liderança têm o domínio necessário de inglês para ter sucesso em seus trabalhos.

Se há alguns anos saber falar um outro idioma era um diferencial para carreira, hoje não é mais. Conheça algumas profissões que tem o inglês como requisito indispensável:

TI e tecnologia

Essa é uma área em ascensão, ou seja, profissão que compõe o mercado e que crescem a passos largos. Os softwares e códigos de programação empregados no cotidiano são criados nesse modelo. E, justamente por isso, que a Tecnologia da Informação tem o idioma como pré-requisito obrigatório para qualquer pessoa que deseja se especializar. E vale a pena, viu? O salário do ‘TI’ pode chegar a até R$ 16 mil por mês.

Turismo e hotelaria

O Brasil é um país repleto de belezas naturais, o que faz com que, dentre outros fatores, um dos maiores focos em algumas cidades – principalmente na região Nordeste – seja o turismo. E se engana quem acha que a área já está saturada. Ainda há muito espaço para quem domina o idioma, já que o inglês é a língua de comunicação universal das pessoas pelo mundo.

Carreira acadêmica

Para os que almejam seguir a carreira acadêmica, o inglês também se torna indispensável, já que ele é a principal via de comunicação em intercâmbios entre instituições brasileiras que possuem programas de internacionalização do ensino superior e seus parceiros no mundo.

Agência Educa Mais Brasil

ensino infantil

Ensino infantil ainda sofre com falta de alunos

O Brasil está longe da meta do Plano Nacional de Educação (PNE) da educação básica estipulada para 2024. Estudos revelam que o ensino infantil é considerado o mais preocupante: das crianças até 3 anos, 3,5 milhões estavam matriculadas em creches, porém 6,7 milhões estavam fora delas. Esses dados são resultados da análise realizada pela Pnad Continua da Educação 2018, pesquisa anual do IBGE.

Para não fazer parte dessa estatística, a mãe do pequeno Wesley de Almeida, de 3 anos, se encontrou sem alternativas até ficar sabendo que era possível matricular seu filho na Escola e Creche Sonho de Criança com auxílio de uma bolsa de estudo. “Se não fosse pela bolsa, seria complicado. Trabalho o dia todo e não tenho ninguém para cuidar dele”, pontua Elizangela de Almeida.

Bolsas de estudo para creche e escola

Elizangela conseguiu uma bolsa de estudo pelo programa Educa Mais Brasil que faz um trabalho social de inclusão educacional há mais de 15 anos em todo país. As bolsas de estudo são parciais. Entretanto, Elizangela ficou satisfeita e acha a economia bastante considerável, além de poder oportunizar o aprendizado e a interação com outras crianças.

Há bolsas de estudo para toda educação básica, do ensino infantil até o ensino médio. Para candidatar a criança à uma das oportunidades disponíveis, basta acessar o site do Educa Mais Brasil, escolher a modalidade Educação Básica, selecionar os filtros como cidade, série pretendida, instituição e fazer a inscrição gratuita.

Agência Educa Mais Brasil

prouni 2019

Lista de espera do Prouni 2019.2 começa hoje (15)

Está aberto o prazo para a manifestação de interesse na lista de espera do Prouni 2019.2. Os candidatos interessados têm até amanhã (16), às 23h59, para realizar o procedimento no site do Programa Universidade para Todos e ter chance de ser contemplado com uma bolsa de estudo em instituições privadas brasileiras e começar a graduação ainda no segundo semestre deste ano.

A oportunidade é válida para quem não foi contemplado durante as chamadas regulares (1ª e 2ª chamada) da segunda edição do Prouni 2019. As Instituições de Ensino Superior (IES) poderão consultar a relação dos candidatos diretamente no sistema eletrônico (Sisprouni) a partir do dia 18 de julho. No dia seguinte (19), os candidatos já deverão complementar as informações concedidas na inscrição para garantir o direito à vaga em que foi selecionado. O prazo termina no dia 22 de julho.

Critérios do Prouni

O programa Prouni já disponibilizou mais de 169 mil vagas em todo o país, das quais 68 mil deram descontos integrais na mensalidade a juros zero, por meio do Governo Federal, para candidatos com renda familiar per capita mensal de até 1,5 salários mínimos. E os candidatos com renda entre 1,5 e três salários mínimos puderam se candidatar no restante das vagas e concorrer a 50% de desconto. Os candidatos devem ter estudado em escolas públicas – ou terem sido bolsistas integrais em instituições privadas na educação básica.

Agência Educa Mais Brasil

ensino superior carreira

Dúvida sobre qual carreira seguir? Confira algumas opções de cursos

No Brasil, são ofertadas cerca de 324 cursos de nível superior. Por conta disso, tornou-se tarefa bem difícil para os estudantes a escolha da carreira. Segundo informações do Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Estatísticas Anísio Teixeira (Inep) entre os anos de 2007 e 2017, a matrícula na educação superior teve um aumento de 56,4%.

Para ajudar estudantes que não têm ideia de qual curso escolher, valem algumas dicas simples. Comece pesquisando um pouco mais o campo de atuação em que deseja trabalhar, além dos cursos mais procurados, faixa salarial, bolsas de estudo e também opções de especializações. Clique nos cursos e confira:

Administração

Ciências Contábeis

Arquitetura e Urbanismo

Direito

Design de Games

Educação Física

Engenharia Civil

Medicina Veterinária

Piloto de avião

Bolsa de estudo de até 70% de desconto

Os cursos acima possuem bolsas de estudo ofertadas pelo Educa Mais Brasil. Os descontos chegam até a 70% de desconto na mensalidade. Para ser beneficiado basta clicar nos cursos acima ou acessar o site parceiro do programa Paraná Portal. Clique aqui e realize o sonho de cursar uma graduação para construir uma boa carreira.

Agência Educa Mais Brasil

fisioterapia

Saiba quais são os campos de atuação da Fisioterapia

O fisioterapeuta não trata apenas lesões musculares ou faz reabilitação pós-cirúrgica. O campo de trabalho desse profissional é amplo e com várias possibilidades de atuação no mercado. Além disso, ainda é possível mesclar os conhecimentos da Fisioterapia com outras graduações.

Conforme o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), órgão regulamentador da profissão no Brasil, a Fisioterapia é uma Ciência da Saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos, funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano, gerados por alterações genéticas, por traumas e por doenças adquiridas. O COFFITO reconhece 15 especialidades, entre elas: Fisioterapia esportiva, Fisioterapia do Trabalho, Fisioterapia Respiratória, Fisioterapia em Terapia Intensiva e Fisioterapia Neurofuncional.

De dançarina a fisioterapeuta, Selma França acabou descobrindo o prazer de ampliar o conhecimento da dança com a Fisioterapia. Hoje, ela trabalha com cinesioterapia – que se dedica a terapia com movimentos – e com a fisioterapia manipulativa. “Dentro dessa área existem várias técnicas muitas vezes desconhecidas pelas pessoas. E, na fisioterapia, é muito importante o trabalho em conjunto. Esse é o tratamento do futuro”, sinaliza.

Selma também pontua a importância de se olhar para o fator biopsicossocial. “Quando você trabalha com alguém que tem um problema no ombro, muitas vezes você não sabe em que circunstância foi ocasionada aquela dor. E, muitas vezes, ela pode ter vindo de problemas emocionais, como por exemplo, uma perda. Nesses casos, é necessário um tratamento multidisciplinar em conjunto com outros profissionais”.

Também é apaixonado pela profissão, Matheus Alves, de 23 anos, começou a pensar em cursar Fisioterapia após perceber a importância deste profissional para a vida das pessoas – sobretudo a dos atletas. “Sem ajuda de um fisioterapeuta, um atleta é um profissional incompleto. Hoje, se um atleta se lesiona, ele tem chances de voltar a campo em muito menos tempo do que no passado. E isso acontece devido aos avanços da área”, comenta o estudante do 8ª semestre.

Uma curiosidade: No dia 13 de outubro, as profissões de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional completarão 50 anos de regulamentação, celebrado devido a publicação, em 1969, do Decreto-Lei nº 938.

Saiba mais sobre as especialidades da Fisioterapia

Fisioterapia em Acupuntura – Trata-se da aplicação da acupuntura – e também de outras técnicas da medicina tradicional chinesa – no tratamento de problemas musculoesqueléticos. Pode tratar dores e depressão.

Fisioterapia Aquática – Essa área de atuação engloba a utilização da água em diferentes contextos para promover a recuperação respiratória, o fortalecimento muscular e o alívio de dores, entre outros problemas.

Fisioterapia Cardiovascular – Trabalha com intervenções para prevenir os fatores de risco cardiovascular e garantir melhores condições físicas e mentais dos pacientes com doença cardiovascular crônica. Os profissionais atuam também com a recuperação de pacientes após um acidente vascular cerebral.

Fisioterapia Dermatofuncional – Esse segmento é voltado principalmente à estética. O profissional ajuda em tratamentos como o de redução da gordura localizada, flacidez da pele, estrias, cicatrizes e outros tipos de condições que a pele apresenta.

Fisioterapia Esportiva – Lidando diretamente com atletas de diferentes segmentos, essa atuação é marcada pela prevenção e tratamento de lesões em profissionais do esporte. Fisioterapia em Gerontologia – Trabalha com atenção e cuidados a idosos, com ênfase em sua qualidade de vida, bem-estar e mobilidade.

Fisioterapia do Trabalho – Os profissionais dessa área tratam diretamente com pacientes que sofrem com as lesões de esforço repetitivo (LER), que são causadas por má postura ou repetição de movimentos feitos em seus ambientes de trabalho.

Fisioterapia Neurofuncional – O fisioterapeuta pode ajudar pacientes que têm limitações físicas ou neuromotoras decorrentes de doenças neurológicas ou degenerativas, a fim de garantir sua autonomia.

Fisioterapia em Oncologia – A assistência a pacientes com câncer – ou com sequelas da doença – também é uma das especialidades do fisioterapeuta. O profissional auxilia, inclusive, em pré-operatório, no preparo do paciente para o procedimento e para tentar reduzir as complicações.

Fisioterapia Respiratória – Trata de doenças respiratórias que podem ocasionar disfunções no diafragma, no metabolismo muscular e na oxigenação sanguínea

Fisioterapia Traumato-Ortopédica – A área mais lembrada quando falamos em fisioterapia. Aqui o profissional auxilia os pacientes que tiveram luxações, fraturas, lesões na coluna ou nas articulações.

Fisioterapia em Saúde da Mulher – Compreende o trabalho com as especificidades do corpo da mulher. Desenvolve a ginástica íntima, que ajuda a diminuir sintomas da menopausa, no tratamento de incontinência urinária, auxilia com a redução de cólicas menstruais e a preparar o corpo para o parto.

Fisioterapia em Terapia Intensiva – É o trabalho feito pelos fisioterapeutas aos pacientes que estão em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Fisioterapia em Osteopatia – Nessa área, o profissional trabalha com a manipulação musculoesquelética para tratar doenças e aliviar sintomas de dores. Um exemplo é o trabalho para recuperar a postura adequada.

Fisioterapia em Quiropraxia – Nesse campo de atuação, o fisioterapeuta ajuda com a prevenção de doenças ou seu agravamento e reabilita fisicamente o paciente.

Agência Educa Mais Brasil

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Enem Digital levanta questões sobre o acesso à internet entre participantes

Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), por meio da Sinopse Estatística do Enem 2018, relativa ao Exame Nacional do Ensino Médio aplicado no último ano, apontam que sete entre dez participantes não tinham acesso à internet nas próprias casas. E, entre os 5,5 milhões de inscritos na respectiva edição, 2,3 milhões afirmaram não ter nenhum computador na residência.

Se o número de participantes que não dispõem de conexão nas respectivas residências chega a 70% do total, vale levantar um questionamento: não ter acesso à internet em casa poderá prejudicar os futuros inscritos? A questão é importante porque, na última quarta-feira (3), o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realizaram uma coletiva de imprensa para anunciar o Enem Digital, que será implementado em caráter de teste já na edição 2020 para 50 mil pessoas em 15 capitais do Brasil.

Aspirante a graduanda em Odontologia, Camila Amorim tem 17 anos e já está se informando sobre as mudanças que devem ocorrer com o Enem Digital. Apesar de achar a proposta interessante, considera alguns pontos. “É necessário entender primeiro de que forma vai ser esse Enem Digital”, avalia a estudante, sinalizando que é preciso discutir um pouco mais a questão com os estudantes.

Camila realizará o Enem 2019, mas se fosse participante do exame aplicado em 2018, seria uma das 3,2 milhões de pessoas que afirmaram ter pelo menos um computador em casa no Questionário Socioeconômico. Mesmo tendo o equipamento e o acesso à internet garantidos, Camila destaca que quem não vive na mesma realidade pode sair em desvantagem. “O uso da tecnologia influencia nos estudos e, de uma forma geral, na aprendizagem”, pontua.

O Enem Digital será implementado em fase de teste no próximo ano, juntamente com as provas em papel (embora, em dias diferentes). A meta do Ministério da Educação (MEC) é que até 2026 a versão “analógica” seja totalmente abandonada para que as avaliações digitais sejam aplicadas integralmente para todos os participantes.

Presidente do Inep, Alexandre Lopes sinalizou na coletiva de imprensa que “no futuro, o estudante vai escolher a cidade e a escola onde fará a prova, o dia e irá marcar onde irá fazer a prova”. Alinhado com a fala de Lopes, o gestor do MEC, Abraham Weintraub, destacou que a empresa contratada para a aplicação do exame será também responsável pela infraestrutura, que inclui os locais de prova, fiscais de sala e computadores. Com isso, em tese, não será necessário a existência de um computador em casa para a realização da prova.

Agência Educa Mais Brasil – Tunísia Cores

prouni

Prouni 2019.2: aprovados na segunda chamada devem comprovar informações até hoje

Os estudantes selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni), relativo ao segundo semestre de 2019, devem comprovar as informações fornecidas no ato da inscrição até hoje, 8. Para isso, é importante que cada participante verifique junto à instituição a qual demonstrou interesse os horários e locais para realizar a comprovação. O processo acontece mediante a apresentação dos documentos que atestam a condição do estudante. No site do Prouni, está disponível a relação da documentação que deve ser apresentada.

Os não selecionados na segunda chamada ainda podem receber uma bolsa de estudo, demonstrando interesse na lista de espera do Prouni, nos dias 15 e 16 de julho, na página do processo seletivo disponível na internet. Em 18 de julho, a relação dos candidatos será disponibilizada para as Instituições de Ensino Superior realizarem as devidas consultas.

Os selecionados por meio da lista de espera também deverão comprovar as informações junto às IES, mas o procedimento acontece entre os dias 19 e 22 de julho. O edital (confira aqui) destaca que “é de exclusiva responsabilidade da IES divulgar a lista de espera do Prouni a todo o corpo discente, inclusive mediante afixação em locais de grande circulação de candidatos e em suas páginas eletrônicas na internet”.

Bolsas de estudo do Prouni

A quantidade de bolsas de estudo do Prouni 2019.2 foi anunciada pelo Governo Federal poucos dias antes da abertura do processo de inscrição. Houve a oferta de 169.226 oportunidades em instituições particulares de ensino no Brasil: 68.087 bolsas integrais, com 100% de desconto no valor da mensalidade; e 101.139 parciais, que cobrem 50% do valor.

A renda familiar per capita é que determina qual o perfil de bolsa de estudo que o candidato deve buscar. Além disso, todos devem ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018, com nota maior do que 450 pontos nas provas objetivas e acima de zero na redação.

Outros requisitos incluem ainda ter cursado o ensino médio completo em escola pública – ou em instituição particular, desde que na condição de bolsista integral; ou ser portador de deficiência física; ou ainda ser professor da educação básica na rede pública.

Enade está com as inscrições abertas e serve para avaliar conhecimento dos graduandos

O exame que avalia o desempenho dos estudantes concluintes dos cursos de graduação do país – Enade 2019 – está com as inscrições abertas. As inscrições devem ser feitas pelos coordenadores de curso das instituições de nível superior através do Sistema Enade. O procedimento deve ser realizado até 11 de agosto.

O instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do teste, divulgou que a prova está marcada para acontecer no dia 24 de novembro. O resultado da avaliação será utilizado como parte do cálculo para definir o Conceito Preliminar de Cursos (CPC), indicador de qualidade que compõe a avaliação do MEC.

Como funciona o cadastro

O Enade é um pré-requisito para conclusão do curso, colação de grau e obtenção do diploma. O histórico escolar apresenta a regularidade do aluno com o Enade. O Inep atesta a regularidade do estudante por meio de relatório.

Os estudantes concluintes devem estar atentos a essa fase. Há algumas etapas que devem ser cumpridas no Sistema Enade. O primeiro passo obrigatório é o preenchimento de um cadastro com informações de contato. O prazo para essa etapa é até 21 de novembro. Posteriormente, será necessário realizar outras ações no sistema dentro dos prazos estabelecidos no edital do Enade.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

bullying

Escolas brasileiras registram casos de bullying semanalmente

No ambiente educacional brasileiro é registrado, semanalmente, ao menos 10% de ações de bullying, conforme o relatório Teacher and School Leaders as Lifelong Learners. Realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o estudo foi feito a partir dos dados obtidos na pesquisa Teaching and Learning International Survey (Talis). Professores de 48 países pertencentes à OCDE participaram dessa pesquisa.

No conjunto de países da Talis 2018, 3% das escolas brasileiras enfrentam problemas de intimidação ou ofensa verbal a professores ou funcionários, ao menos uma vez por semana. Continuando com a comparação entre o Brasil, 28% dos diretores de unidades de ensino do país apontaram casos corriqueiros de bullying e intimidação entre os alunos, contra 14% reportado pelos outros países participantes da pesquisa.

A pedagoga Sandra Costa acredita que ações como palestras e debates são fundamentais para amenizar e até conter atos violentos entre os alunos. Atuando como coordenadora de uma escola particular, Costa ainda aposta que a união família-escola é de extrema importância para o estímulo às boas atitudes entre os estudantes. “Na instituição em que trabalho, conscientizamos os alunos contra o bullying na matéria de ética e com projetos de não violência. A família também é convidada a participar já que tem também um papel fundamental neste processo. Não adianta o professor ajudar o aluno e família ficar fora”, explicou a pedagoga.

A profissional também ressalta que o diálogo é um dos caminhos mais eficazes para combater o bullying nas escolas, incluindo primordialmente entender a origem do problema e como o aluno agressor deve se comportar. “Toda vez que um caso desse ocorre na nossa escola, a gente procura conversar com o aluno e pede para que ele faça uma reflexão e se coloque no lugar do colega. Com essa conversa a gente já percebe uma grande mudança”, conclui Sandra.

Fonte: Agência Educa Mais Brasi