Avatar

Jorge de Sousa

Curitiba Vôlei - Gisele Miró - Superliga

Curitiba Vôlei começa Superliga em busca de patrocínios para seguir vivo

O Curitiba Vôlei estreia na Superliga nesta terça-feira (12). Logo em seu primeiro compromisso a única equipe do sul do Brasil na competição vai medir forças contra o SESC-RJ, comandado pelo treinador bicampeão olímpico Bernardinho.

Mas enfrentar desafios tem sido comum para Gisele Miró, presidente do Curitiba Vôlei. Miró foi tenista profissional e chegou a conquistar a medalha de ouro em simples nos Jogos Pan-Americanos de Indianapolis em 1987. Só que como dirigente, a curitibana tem sentido na pele e no bolso como é difícil trabalhar com esporte no Brasil.

Em entrevista exclusiva ao Paraná Portal, Miró comenta como tem administrado com recurso próprio a equipe, suas expectativas para a próxima Superliga e também um pedido. Sem ajuda do poder público ou de patrocinadores o voleibol profissional pode novamente deixar Curitiba.

Paraná Portal: Como você avaliou o interesse dos curitibanos em ter uma equipe profissional de vôlei durante a última Superliga?

Gisele Miró: Meu objetivo hoje é trazer o melhor voleibol do mundo para Curitiba. O vôlei é um esporte que me permite isso.

Um esporte que tem 16 milhões de praticantes, o segundo do público em preferência e o primeiro entre as mulheres. No jogo nós vemos muitas famílias, do neto ao avô. Esse lado de ver a criançada tendo a oportunidade de ver as melhores jogadoras do mundo em sua frente.

Se você pegar o tênis, que foi o esporte da minha vida. Eu nunca tive a oportunidade de ver um Federer, um Nadal aqui em Curitiba, até porque eles nunca vieram.

Já o vôlei, nós tivemos 13 medalhistas olímpicas na última competição (Superliga). Esse ano temos novamente bicampeãs olímpicas, campeãs olímpicas, os melhores técnicos e as próprias estrangeiras, com algumas sendo campeãs mundiais.

Curitiba Vôlei - Gisele Miró - Superliga
Gisele Miró utiliza recursos próprios para manter o Curitiba Vôlei em atividade. Foto: Valterci Santos

PP: A Superliga tem crescido ano após ano e hoje é uma das principais ligas nacionais do mundo. Quais os desafios de montar um elenco para uma competição desse nível?

GM: Como gestora do time eu tenho pé no chão. O mesmo patrocínio que eu tinha na época do tênis, que era “paitrocínio”, é o mesmo de hoje. Quem patrocina a equipe hoje sou eu, então está muito difícil. Mas eu acredito que a gente vai conseguir chegar a essa ideia do esporte, não só de Curitiba, mas dentro do Paraná sendo forte.

Temos uma presença muito forte de crianças e nós distribuímos ingressos para muitos projetos sociais e temos todos os jogos lotados, com muita gente ficando de fora. E essa é uma oportunidade que os governos não estão enxergando através do esporte.

Se pegarmos mundialmente, se investe muito em esporte. E aqui eu estou sozinha, quebrando a cabeça e fazendo de tudo para o time dar certo e para que Curitiba tenha um dos maiores eventos do esporte em sua cidade.

Hoje o Curitiba Vôlei é o único time do sul do Brasil na Superliga e por isso estamos nos preparamos no Campeonato Mineiro, com times de maior investimento que o nosso. Se compararmos em termos de futebol, o Praia Clube é o Barcelona e o Minas é o Real Madrid.

O vôlei consegue estar em um altíssimo nível, se comparado a outros esportes. E eu gostaria muito de ver as outras modalidades se expandindo aqui no Paraná e venho tentando isso. Eu mandei um ofício para o Governo do Estado e para a Prefeitura de Curitiba pedindo uma parceria para trazermos o melhor voleibol do mundo para a cidade e transformar o esporte em um espelho para as novas gerações.

Hoje estou tirando muito dinheiro do bolso, mas eu acredito que se aguentar mais uma temporada o pessoal vai se mobilizar. Nós tivemos um retorno de marketing espontâneo de R$ 23 milhões. Eu acho que é algo bem razoável de se pensar. Se conseguirmos investir um pouco conseguimos montar um time ainda melhor e continuar trazendo o melhor voleibol do mundo para Curitiba.

Mas com o investimento que temos hoje, nós temos que ter o pé no chão e saber que não brigamos pela Superliga, mas fazemos o melhor papel possível para representar o Paraná dentro da competição.

Por exemplo, em nossa estreia na Superliga teremos a presença do Bernardinho. E vamos buscar fazer o jogo mais demorado possível para que nossa plateia possa aproveitar o espetáculo e agitar a cidade.

Curitiba Vôlei - Gisele Miró - Superliga
Waleskinha (8) foi campeã olímpica em Pequim e traz maior experiência ao vestiário do Curitiba Vôlei. Foto: Valterci Santos

PP: Como é a parceria do Curitiba Vôlei com a Universidade Positivo?

Algumas atletas de nível de seleção têm me procurado para negociar e vir jogar aqui em Curitiba. Muito disso é pela nossa estrutura com a Universidade Positivo.

O projeto só está sendo possível isso porque a Universidade está dando essas condições para recebermos os jogos, porque os encargos são muito grandes e nos deixaria fora por vários motivos.

Os custos com iluminação, vestiários, nós nunca conseguiríamos fazer sozinhos. Hoje a Superliga tem um alto nível de organização, comparável a uma Copa do Mundo da modalidade.

A Universidade entra com toda a infraestrutura, sendo uma das melhores do Brasil. Todos os outros times nos elogiam e querem que deem certo o projeto. Além disso, todas as nossas atletas estão estudando, se não em uma graduação, em um curso de inglês.

Quando eu me reuni com o Paulo Cunha (presidente da área de Ensino do Grupo Positivo), expliquei para ele que uma universidade norte-americana como Stanford e Harvard tem mais medalhistas olímpicas que todo o esporte brasileiro.

E para mim esse é o caminho. Aliar o esporte e a educação para ajudar na questão da saúde e melhorar vida das pessoas.

Mas assim, eu estou sozinha e acho que a cidade poderia se envolver um pouco mais. Além de mim, tem outras pessoas na equipe que também estão ajudando dessa forma.

O pessoal da fisioterapia que são profissionais caros e que atendem o time em qualquer horário, assim como nosso médico, Dr. Álvaro Chamecki (coordenador médico do Coritiba). São pessoas que querem contribuir para que isso dê certo.

Curitiba Vôlei - Gisele Miró - Superliga
Duda Nunes chega em Curitiba com a experiência de um título da Superliga conquistado em Minas. Foto: Valterci Santos

PP: O que falta para o poder público e empresariado realizarem investimentos no esporte?

GM: Eu vou dar o exemplo do time de Taubaté. Que é o atual campeão da Superliga (masculina). A prefeitura da cidade está fazendo com seus parceiros também trabalhem com a equipe. E o sucesso do time está colocando em foco o nome da cidade também.

O poder público investe no esporte em todas as principais potências mundiais. Nos Estados Unidos não é somente o alto nível que recebe esse investimento, mas a base como um todo. Estamos lutando para isso e temos a confiança que os empresários vejam que somos uma boa opção de marketing e que podemos gerar muitas oportunidades para eles.

Eu não sou uma pessoa que fica sentada e esperando as coisas acontecerem. Hoje, por exemplo, entrei em contato com uma concessionária de carros para tentar fechar parceria. As empresas para fechar patrocínio precisam de retorno e eu quero fazer algo que seja bom para todo mundo. Mas todos temos que começar a fazer alguma coisa.

Fazia 15 anos que não tinha um time de Superliga aqui em Curitiba (Paraná Vôlei Clube foi campeão brasileiro feminino em duas oportunidades antes de se mudar para o Rio de Janeiro), sendo que o último cara que conseguiu fazer isso foi o Bernardinho.

A hora que eu pifar e acabar com o time de voleibol em Curitiba, vai ser uma ducha de água fria. Talvez leve mais 15 anos para voltar outro time. Só que eu preciso de ajuda. Até mesmo em divulgação.

Ano que vem temos Olimpíadas, pode ter uma atleta ou ex-atleta nossa convocada para a competição. Temos que ir para a frente com todo mundo se ajudando. Se pegarmos um dos times mineiros, somente o Praia Clube tem R$ 10 milhões em investimentos, com uma atleta deles tendo valor do nosso time inteiro.

PP: Como o Curitiba Vôlei entra nessa edição da Superliga?

GM: Eu acho que somos um time bem competitivo. Nosso objetivo é chegar entre os oito melhores mais uma vez, mas esse ano está ainda mais difícil. Nós temos o Flamengo que entrou e está investindo alto e será um time que vai complicar para a gente. O próprio São Paulo que foi campeão paulista e entrou forte nessa parceria com a equipe de Barueri.

As equipes de futebol estão vendo o voleibol como forma de divulgação de sua marca. Porque é um público diferente, principalmente com as mulheres. Em uma época em que tratamos cada vez mais do empoderamento feminino, precisamos também olhar para o esporte feminino e o vôlei tem essa vantagem de termos um altíssimo nível de atletas.

Eu não acredito que a gente possa ser a grande surpresa, mas vamos fazer jogos em que vamos surpreender muitas pessoas. Porque não podemos fugir de que só tem os melhores atletas, quando se tem os melhores investimentos.

Por isso, tentamos suprir essa questão com outros fatores. Como com um técnico (Duda Nunes) que trabalhou dois anos com o Minas e foi campeão da Superliga e que trouxe algumas atletas com ele.

Eu sou muito grata ao Clésio (Prado, comandou o Curitiba Vôlei em 2018), por ele ter levado o time aonde chegou. Ele foi uma pessoa super-importante nesse processo.

Mas o meu sonho é ganhar a Superliga. Até porque se eu não mirar esse título, eu vou ficar pelo caminho. E isso foi algo que eu não tive na caminha carreira no tênis. Por exemplo, eu queria disputar o Torneio de Wimbledon, mas eu deveria ter desejado ganhar Wimbledon.

Por isso é importante você se cercar de atletas que tenham esse perfil. Você ter uma Waleskinha (campeã olímpica em Pequim 2008) do lado e ela poder contar sobre sua trajetória, por exemplo.

É muito difícil gerir uma equipe na Superliga. Porque existe a cobrança, existem os momentos de dúvida, então com o Duda eu fico tranquila com essas questões, até pela experiência dele dentro do esporte. Hoje temos e expertise do time do Minas, que foi campeão.

Nós montamos uma equipe melhor, mas todas as outras equipes também cresceram. O Rio de Janeiro, por exemplo, é uma seleção. Mas chegar nesse nível é o nosso objetivo, eu quero chegar lá um dia. Mas hoje temos que ter os pés no chão.

Por exemplo, nós viemos para o Campeonato Mineiro sem fisioterapeuta. Diferente dos outros times que tem todo um staff e isso no esporte de alto rendimento é fundamental.

Curitiba Vôlei - Gisele Miró - Superliga
Folha salarial do Curitiba Vôlei fica na casa do R$ 1 milhão. Média da Superliga é de R$ 5 milhões. Foto: Valterci Santos

PP: Com esse cenário, você avalia que falta uma cultura de esporte no estado?

GM: Recentemente eu fui na Copel, que esteve conosco na última temporada, mas nesse ano por algum motivo não estão mais ao nosso lado. Mostrei para eles os resultados de mídia espontânea e oportunidade das crianças ingressarem no esporte, aumentando sua presença nas escolinhas. Mas não conseguimos manter a parceria.

Porque o resultado que temos que observar é o número de atletas olímpicos paranaenses presentes em uma Olimpíada. Tenho certeza que o número de presentes no Rio de Janeiro vai ser maior em comparação a Tóquio em 2020.

Não é a questão da falta de investimento e sim, a melhor distribuição desses investimentos. É preciso olhar para o alto rendimento, que tem uma maior pressão por resultados, mas que é o objetivo máximo de cada atleta.

Por exemplo, aqui no Paraná se investe muito na base, que é algo muito correto e não pode parar, só que quando o atleta chega aos 15, 16 anos chegam estados como Minas Gerais e levam esse atleta embora, para treinar nesses locais.

Citando novamente os Estados Unidos como exemplo. Eles vêm um potencial no esporte que nós não vemos. Pensamos que é muito difícil ou pelo time não conseguir ser campeão não vale o investimento. E eu penso que trago o melhor do esporte para Curitiba e não consigo apoio para isso.

O esporte é a cara de um país, de um governo. Quando eu falo que o Curitiba Volei perdeu para o Rio, quero dizer que o Paraná como um todo perdeu para o Rio. Eu acho que precisamos começar a se mexer. Hoje tocamos nossa equipe com 1 milhão, sendo que a maioria investe de 5 milhões para cima.

Mas se reunirmos dez empresários, nós conseguiríamos realizar o nosso investimento. Não é uma verba absurda, pelo tamanho do retorno que nós estamos trazendo, fora a parte social. O esporte pode ser um caminho para tantas coisas boas e é por isso que eu estou lutando.

E essa falta da cultura do ídolo no Brasil é um problema. Quando eu chego na alfândega em outros países, percebo que o esporte desperta um grande carinho. Porque nós representamos um país inteiro.

O Governo pode estar patrocinando uma equipe de alto nível e com isso nós vamos puxando a base para nós. Além disso, estamos trazendo algumas meninas do Paraná de volta para o estado como a Mari Aquino, a Mariana Galon e a Geórgia.

Além delas, eu tenho contato há dois anos com a Fernanda Garay para jogar com a gente. Imagina o impacto que uma outra campeã olímpica como ela atuando aqui, sendo o espelho de uma oportunidade para as crianças daqui.

Não basta apenas dar uma quadra e colocar um professor para criar uma cultura de esporte. Você precisa de espelhos. E eu não vejo essa dificuldade em São Paulo, no Rio e aqui em Minas.

Curitiba hoje tem apenas o Athletico e o Curitiba Vôlei na elite de seus esportes. Dentro do estado temos a única medalhista olímpica aqui no Paraná.

O Lipe (ponteiro do Taubaté e ouro nas Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016 com a seleção brasileira) está tentando trazer um time de vôlei masculino aqui para Curitiba, mas também tem encontrado as mesas dificuldades que eu.

É importante um esporte forte para o país. Se lembrarmos do Rexona, durante o governo Jaime Lerner, mesmo com vários problemas, o voleibol ia bem e aí ajudava a apaziguar isso..

Se não tivesse o Curitiba Vôlei como poderíamos ter o Bernardinho e todas as atletas que temos na Superliga aqui na cidade?

Botafogo - Avaí - Campeonato Brasileiro

Botafogo vence Avaí e sai da zona de rebaixamento do Brasileiro

Em noite chuvosa no Rio de Janeiro, o Botafogo lavou a má fase e voltou a triunfar após quatro rodadas com a vitória sobre o Avaí por 2 a 0, na noite desta segunda-feira (11), e saiu da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

O duelo que encerrou a 32ª rodada foi realizado no Engenhão, no Rio de Janeiro.

Os gols do Botafogo foram marcados por Ricardo (contra) e Diego Souza em cobrança de pênalti.

Com a vitória, o Botafogo sobe para a 14ª posição com 36 pontos e deixa seu rival Fluminense na zona de rebaixamento com 34 pontos ganhos.

Já o Avaí segue na lanterna do Brasileiro com apenas 17 pontos ganhos e muito perto de confirmar seu rebaixamento para o Campeonato Brasileiro da Série B.

PRÓXIMOS JOGOS

As equipes voltam a campo neste final de semana, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Botafogo viaja para Curitiba para encarar o Athletico Paranaense Arena da Baixada, neste domingo (17), às 18h.

Enquanto o Avaí viaja para Belo Horizonte para enfrentar o Crueiro no Mineirão, na próxima segunda-feira (18), às 20h.

O JOGO

O Botafogo conseguiu abrir o placar aos 13 minutos. Cícero fez o cruzamento, Igor Cássio foi para o cabeceamento, mas Ricardo travou com o atacante e mandou para o próprio gol.

Igor Cássio quase deixou o dele aos 31 minutos. Rhuan lançou o atacante que saiu cara a cara com Vladimir, que conseguiu fechar bem a meta e se esticou para fazer bela defesa.

Nova chance do Botafogo aos 43 minutos. Ricardo erra na saída de bola e Rhuan recupera. O meia toca rápido para Leonardo Valencia que devolve para Rhuan bater de primeira perto do poste esquerdo.

O Avaí criou sua primeira chance aos 44 minutos. Jonathan avançou pelo meio e tentou a batida por cobertura. A bola passou perto do travessão.

Aos 47 minutos, nova chance do Avaí. João Paulo arriscou da intermediária e exigiu boa defesa de Gatito Fernández.

Logo no primeiro minuto do segundo tempo, o Avaí quase empatou o jogo. Caio Paulista avançou para a área e finalizou firme para defesa de Gatito Fernández. O rebote ainda sobrou para o atacante, mas Joel Carli se atirou na bola e travou o chute.

O Botafogo respondeu aos 35 minutos. Cícero arriscou da entrada da área e Vladimir fez defesa segura.

Mas aos 39 minutos, Lucas Campos invadiu a área e se enroscou com Luanderson. O árbitro Savio Pereira Sampaio entendeu o choque como falta a assinalou a penalidade.

Diego Souza foi para a cobrança e deslocou Vladimir para voltar a marcar após dois meses.

Alex Muralha - Coritiba - Figueirense - Campeonato Brasileiro Série B

Coritiba cede empate para Figueirense perde vantagem no G-4 da Série B

Mesmo com milagres de Alex Muralha e gol relâmpago no segundo tempo, o Coritiba cedeu o empate ao Figueirense por 1 a 1, na noite desta sexta-feira (8), e viu sua vantagem diminuir no G-4 do Campeonato Brasileiro da Série B.

O duelo válido pela 34ª rodada da Série B foi realizado no Orlando Scarpelli, em Florianópolis.

O gol do Coritiba foi marcado por Robson, enquanto Rafael Marques empatou para o Figueirense.

O empate manteve o Coritiba na quarta posição, mas diminuiu de quatro para dois pontos sua vantagem para o América Mineiro, primeira equipe fora do G-4 da Série B.

Já o Figueirense não aproveitou a derrota do Londrina e segue na zona de rebaixamento, com a mesma pontuação da equipe paranaense, mas com menos vitórias (6 a 10).

PRÓXIMOS JOGOS

As duas equipes voltam a campo na próxima terça-feira (12), pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

O Coritiba viaja para Pelotas para encarar o Brasil de Pelotas no Bento de Freitas, às 19h15.

Já o Figueirense vai até Campinas para encarar a Ponte Preta no Moisés Lucarelli, às 21h30.

O JOGO

A primeira chance de gol da partida foi do Figueirense aos 12 minutos. Luis Ricardo encontrou Rafael Marques, que faz o pivô e serve Felipe Mateus. O meia sai cara a cara com Alex Muralha, mas pega muito embaixo da bola e perde grande chance.

O Coritiba respondeu aos 16 minutos. Diogo Mateus bateu falta da direita e Sabino ganhou da marcação para cabecear perto do travessão.

Nova chance do Coritiba aos 22 minutos. Kelvin faz jogada na linha de fundo e cruza na medida para Robson. O atacante perde o tempo da bola e cabeceia torto.

A pressão do Coritiba continuou aos 24 minutos. Giovanni recebeu na entrada da área e finalizou cruzado no poste direito.

Mas aos 33 minutos, Diogo Mateus derrubou Breno na área e o árbitro marcou pênalti para o Figueirense e ainda mostrou o segundo amarelo para o lateral do Coritiba, que ficou com dez homens em campo.

Felipe Mateus foi para a cobrança e acabou batendo no meio do gol. Alex Muralha esperou a decisão do meia e conseguiu fazer a defesa com o pé.

Alex Muralha apareceu novamente aos 44 minutos. Breno avançou na área e finalizou cruzado para o goleiro espalmar para a linha de fundo.

Só que no primeiro lance do segundo tempo, o Coritiba conseguiu marcar. Rodrigão ajeitou para Juan Alano que deu bom passe para Robson na área. O atacante teve frieza, fez o breque para driblar o goleiro e apenas rolou para o gol vazio.

O Figueirense respondeu aos oito minutos. Luis Ricardo recebeu cruzamento e cabeceou firme para intervenção do goleiro. No rebote, Rafael Marques bateu de primeira e o goleiro fez nova intervenção para salvar o Coritiba.

Mas aos 23 minutos o goleiro não conseguiu mais impedir o gol do Figueirense. Luis Ricardo foi para a linha de fundo e cruzou para trás. Rafael Marques recebeu livre na área e finalizou firme. Muralha ainda tocou na bola, mas não evitou o empate.

Rafael Marques teve a chance da virada aos 28 minutos. Conrado fez jogada na linha de fundo e cruzou para o atacante, que de ombro, quase acertou o poste esquerdo.

Nova chance de Rafael Marques aos 34 minutos. Fellipe Mateus bateu escanteio na marca do pênalti e o atacante cabeceou perto do travessão.

O Figueirense teve a última chance de gol da partida. Aos 47 minutos, Betinho recebeu na intermediária e finalizou perto do poste esquerdo.

Operário - Vila Nova - Campeonato Brasileiro Série B

Operário empata com o Vila Nova e praticamente dá adeus ao G-4

Com duas bolas na trave de Felipe Augusto, o Operário não saiu do 0 a 0 com o Vila Nova, na noite desta sexta-feira (8), e praticamente deu adeus para as chances de acesso no Campeonato Brasileiro da Série B.

O duelo válido pela 34ª rodada da Série B foi realizado no Serra Dourada, em Goiânia.

O empate fez o Operário cair para a oitava posição com 49 pontos e pode ver o Coritiba abrir sete pontos de margem para a equipe.

Já o Vila Nova segue na 18ª posição com 33 pontos ganhos, dois abaixo do Londrina, primeira equipe fora da zona de rebaixamento da Série B.

PRÓXIMOS JOGOS

As duas equipes voltam a campo na próxima semana, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

O Operário recebe o Bragantino no Germano Krüger, na próxima terça-feira (12), às 21h30.

Enquanto o Vila Nova recebe o Guarani no Serra Dourada, na próxima quarta-feira (13), às 19h15.

O JOGO

A primeira chance do gol do jogo foi do Operário aos sete minutos. Maílton arriscou falta da intermediária e a bola passou perto do travessão.

No minuto seguinte, nova chance do Operário. Felipe Augusto recebeu na área e bateu firme para Rafael Santos espalmar.

Aos 12 minutos, novamente Felipe Augusto teve boa chance. Após escanteio da direita, o atacante ganhou da marcação e acertou o poste direito.

Nova chance do Operário aos 15 minutos. Uilliam foi lançado na área e obrigou Rafael Santos a fazer nova intervenção.

Felipe Augusto teve nova oportunidade aos 26 minutos. O atacante invadiu a área e tocou de cavadinha sobre Rafael Santos. A bola foi tirada em cima da linha por Jefferson.

A trave parou novamente Felipe Augusto os 40 minutos. O atacante finalizou firme de canhota e a bola explodiu no travessão.

Ainda deu tempo no primeiro tempo de Maílton novamente levar perigo na bola parada. O lateral encheu o pé da intermediária e Rafael Santos teve que se esticar para espalmar a bola.

A primeira chance clara de gol do Vila Nova foi aos cinco minutos do segundo tempo. Diego Jussani experimentou da intermediária e obrigou boa intervenção de Rodrigo Viana.

Nova chance do Vila Nova aos 12 minutos. Após cruzamento da esquerda. Wesley Matos ganhou pelo alto e escorou para bela defesa de Rodrigo Viana.

Rodrigo Viana apareceu bem novamente aos 22 minutos. Carlinhos foi lançado na área e bateu cruzado para bela defesa do goleiro.

O Operário respondeu aos 41 minutos. Maílton avançou pelo meio e bateu firme da intermediária para boa defesa de Rafael Santos.

O Vila Nova ainda teve a última chance de gol aos 46 minutos. Alan Mineiro cruzou na medida para Wesley Matos. O zagueiro cabeceou firme, mas Rodrigo Viana salvou o Operário.

Londrina - América Mineir- Campeonato Brasileiro Série B

Londrina perde do América Mineiro e pode entrar na zona de rebaixamento

Com outra partida abaixo da média, o Londrina foi facilmente derrotado por 1 a 0 pelo América Mineiro, na noite desta sexta-feira (8), e pode entrar na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro da Série B em casa de vitória do Figueirense sobre o Coritiba.

O duelo válido pela 34ª rodada da Série B foi realizado no Estádio do Café, em Londrina.

O gol da vitória do América Mineiro foi marcado por Ricardo Silva.

A derrota deixou o Londrina com 35 pontos, apenas um acima do Figueirense, primeira equipe dentro da zona de rebaixamento.

Já a vitória recolocou o América Mineiro na quinta posição com 52 pontos, apenas um abaixo do Coritiba, primeira equipe dentro do G-4 da Série B.

PRÓXIMOS JOGOS

As duas equipes voltam a campo na próxima semana, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

O América Mineiro viaja para enfrentar o Cuiabá na Arena Pantanal, na próxima segunda-feira (11), às 22h.

Enquanto o Londrina duela contra o Criciúma no Heriberto Hulse, na próxima terça-feira (12), às 20h30.

O JOGO

A primeira chance da partida foi do Londrina aos quatro minutos. Uelber foi lançado na área e finalizou cruzado par aboa defesa de Airton.

Mas aos 18 minutos, gol do América Mineiro. Sávio bateu escanteio na marcado do pênalti e Ricardo Silva ganhou da marcação para escorar para o fundo das redes.

O Londrina tentou responder aos 24 minutos. Sílvio recebeu na entrada da área, fez o corte na marcação e finalizou perto do travessão.

No último lance do primeiro tempo, nova chance desperdiçada pelo Londrina. Léo Passos arrancou e fintou dois jogadores, antes de bater cruzado. A bola passou por toda a área sem ninguém conseguir desviar.

O América Mineiro voltou melhor para o segundo tempo e quase abriu o placar aos dez minutos. Júnior Viçosa lançou Juninho que bateu da entrada da área para bela defesa de César. O volante ainda tentou a finalização no rebote, mas a zaga conseguiu travar.

Nova chance do América Mineiro aos 12 minutos. Diego Ferreira cruza para Matheusinho, que ajeita para Júnior Viçosa chegar batendo de primeira e obrigar César a fazer bela defesa.

A pressão do América Mineiro continuou e aos 24 minutos a equipe quase ampliou o placar. Júnior Viçosa tabelou com Juninho, que ajeitou para Matheusinho. O meia finalizou no canto direito e César foi buscar a bola e espalmou para escanteio.

Matheusinho parou novamente em César aos 26 minutos. O Londrina saiu jogando errado e o meia avançou e finalizou da entrada da área para nova intervenção do goleiro.

A última chance do Londrina foi aos 33 minutos. Pedro Cacho arriscou de fora da área, a bola desviou e quase encontrou no gol de Airton.

Paraná Clube - Vitória - Campeonato Brasileiro Série B

Paraná Clube empata com o Vitória e vê G-4 mais distante na Série B

Em noite pouco inspirada dos atacantes, o Paraná Clube não saiu do 0 a 0 com o Vitória, na noite desta sexta-feira (8), e pode ver o Coritiba abrir vantagem na briga pelo acesso no Campeonato Brasileiro da Série B.

O duelo válido pela 34ª rodada da Série B foi realizado na Vila Capanema, em Curitiba.

O empate fez o Paraná cair para a sexta posição com 49 pontos e a equipe ainda pode ver o Coritiba abrir seis pontos de vantagem na briga pelo G-4 da Série B.

Já o Vitória continua na 14ª posição, com 41 pontos, sete acima do Figueirense, primeira equipe dentro da zona de rebaixamento da competição.

PRÓXIMOS JOGOS

As duas equipes voltam a campo na próxima terça-feira (12), pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

O Vitória recebe o CRB no Barradão, às 19h15.

Enquanto o Paraná Clube recebe o São Bento na Vila Capanema, às 21h30.

O JOGO

A partida começou truncada e a primeira chance de gol saiu apenas aos 21 minutos. Jenison recebeu na entrada da área e finalizou para bela defesa de Martín Rodríguez.

No escanteio, Matheus Anjos fez a cobrança aberta e a bola foi rebatida para trás e só não entrou porque a zaga afastou em cima da linha.

Nova chance do Paraná Clube aos 29 minutos. Guilherme Santos roubou bola no campo de ataque, invadiu a área e finalizou para outra defesa de Martín Rodríguez.

O Vitória respondeu aos 45 minutos. Felipe Garcia fez boa jogada pela direita e cruzou na medida para Eron. O atacante finalizou e Thiago Rodrigues fez bela defesa à queima roupa.

Aos 46 minutos, nova oportunidade para o Vitória. Carleto bateu falta fechada, Felipe Garcia bateu prensado, a bola quase entrou e sobrou para Anselmo Ramon. O atacante buscou a finalização e mandou para fora.

O Paraná Clube respondeu rápido no minuto seguinte. Após cobrança de falta, a bola ficou com Vitinho na área e o meia só rolou para Bruno Rodrigues. Sem goleiro, o atacante pegou muito embaixo da bola e perdeu chance incrível.

O Vitória teve a primeira chance do segundo tempo. Carleto bateu falta na área, Ramon escorou e a bola passou por todos e saiu pela linha lateral.

O Paraná Clube respondeu aos 14 minutos. Matheus Anjos cobrou falta da intermediária e Martín Rodríguez fez boa defesa em dois tempos.

Nova chance do Paraná Clube aos 20 minutos. Bruno Rodrigues avançou pelo meio e da intermediária arriscou a finalização. A bola quicou perto do gol e Martín Rodríguez conseguiu espalmar.

Aos 31 minutos, outra boa chance do Paraná Clube. Pimentinha rolou para Fernando Neto na entrada da área. O volante tentou a batida colocada e Martín Rodríguez conseguiu espalmar.

O Vitória respondeu aos 41 minutos. Carleto arriscou falta da intermediária e Thiago Rodrigues fez defesa estranha com o peito para afastar.

A última chance do Paraná Clube saiu dos pés de Jenison. João Pedro lançou o atacante na área, mas o centroavante bateu torto e perdeu boa oportunidade.

dirceu josé

José Dirceu deixa penitenciária após decisão da Justiça do Paraná

O ex-ministro José Dirceu deixou o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, na noite desta sexta-feira (8), após decisão da juíza substituta da 1ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, Ana Carolina Bartolamei Ramos. Dirceu estava preso desde maio deste ano na penitenciária.

A magistrada atendeu ao pedido de defesa de Dirceu e determinou a soltura imediata do petista.  Os advogados do ex-ministro entraram com a petição logo após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de derrubar a prisão em segunda instância, nesta quinta-feira (7).

Mais cedo o juiz Danilo Pereira Júnior, da 12ª Vara Criminal Federal de Curitiba, informou que a decisão sobre o caso do ex-ministro  era de competência da Justiça Estadual.

Por conta de um pedido de prisão preventiva expedido em 2017, e que foi aceito pelo pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o  juiz pediu para que o Ministério Público Federal (MPF) se manifestasse sobre a solicitação da defesa.

Porém, a defesa do ex-ministro contestou a decisão do juiz e alegou que um habeas corpus, que já havia sido julgado STF, revogou a ordem de prisão cautelar de José Dirceu.

A juíza Ana Carolina Bartolamei Ramos, entendeu que não havia fundamento para o prosseguimento da presente execução penal provisória e determinou a soltura imediata do réu. “No presente caso, restou observado que não há trânsito em julgado da condenação, tal como que esta teve início exclusivamente em virtude da confirmação da sentença condenatória em segundo grau, não existindo qualquer outro  fundamento fático para o início do cumprimento da pena, até porque houve a substituição das prisões preventivas decretadas em desfavor do executado, por decisão proferida pelo STF no Habeas Corpus nº 137.728, conforme informação extraído do mov. 57.1 destes autos“, afirmou em decisão.

O CASO

José Dirceu ficou preso no Paraná entre agosto de 2015 e maio de 2017. Em maio de 2018, depois de esgotados os recursos no TRF4 sobre sua primeira condenação, ele foi preso mais uma vez. Porém, no fim de junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter ele solto. Desde então ele cumpria pena em liberdade.
A Justiça Federal mandou prender o ex-ministro novamente em maio deste ano, após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negar um recurso da defesa do ex-ministro, que pedia a prescrição de pena na segunda condenação dele na Lava Jato. O colegiado manteve a condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, de 8 anos, 10 meses e 28 dias. Em fevereiro deste ano, a defesa do ex-ministro já tinha tentado reduzir a pena imposta pela justiça, sem sucesso.

O ex-ministro foi condenado pela Operação Lava Jato no caso de corrupção da Petrobras, acusado de envolvimento no pagamento de propina em contratos superfaturados da petroleira com a empresa Apolo Tubulars, entre 2009 e 2012.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), foram repassado R$ 7.147.425,70 para Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, e parte a José Dirceu.  Para disfarçar o caminho do dinheiro, Dirceu e o irmão teriam usado a empresa construtora Credencial para receber valor de cerca de R$ 700 mil, tendo o restante sido usado em despesas com o uso de aeronaves em mais de 100 vôos feitos pelo ex-ministro.

O irmão de Dirceu, segue preso. Ele e Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, além dos sócios da construtora Credencial, Eduardo Aparecido de Meira e Flávio Henrique de Oliveira Macedo, são réus na mesma ação penal e também tiveram os embargos declaratórios negados.

ônibus curitiba tarifa reduzida enem

Enem: Saiba qual linha de ônibus pegar para seu local de prova em Curitiba

A segunda prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) será aplicada neste domingo (10), em todo Brasil. Se contar os números da primeira fase, Curitiba terá cerca de 48 mil estudantes realizando o concurso.

A Urbs (Urbanização de Curitiba) irá providenciar um aumento no efetivo das linhas de ônibus para melhor atender os estudantes que vão prestar o concurso na cidade.

Serão colocados linhas de ônibus especiais, além da atividade de alguns destinos que não são disponibilizados usualmente aos domingos.

Exemplos dessas linhas especiais são as que terão como destino as universidades Positivo e Tuiuti, que terão carros saindo dos terminais do Campo Comprido e do Campina do Siqueira, respectivamente.

Outro local de prova que irá contar com linhas especiais é a Faculdade Santa Cruz, em sua sede no bairro Novo Mundo. O destino terá uma linha especial que fará o caminho entre o Terminal Capão Raso e a faculdade, com início de circulação às 10h45, tendo como foco a chegada dos estudantes e também uma operação de volta a partir das 17h30, com a saída dos alunos.

Para consultar todos as linhas disponíveis para os locais de prova clique neste link.

Grêmio - CSA - Campeonato Brasileiro

Grêmio vence CSA e entra pela primeira vez no G-4 do Brasileiro

Após deixar o Campeonato Brasileiro em segundo plano, o Grêmio está se recuperando no segundo turno e venceu o CSA por a 2 a 1, na noite desta quinta-feira (7), para entrar pela primeira vez no G-4 da competição.

O duelo válido que encerrou a 31ª rodada foi realizado na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

Os gols do Grêmio foram marcados por Diego Tardelli e Ronaldo Alves (contra), enquanto Rafinha anotou o tento do CSA.

Com a vitória, o Grêmio chegou aos 53 pontos e ultrapassou o São Paulo para entrar no G-4. A equipe paulista soma 52 pontos na competição.

Já o CSA segue na 18ª posição, cinco pontos atrás do Cruzeiro, primeira equipe fora da zona do rebaixamento.

PRÓXIMOS JOGOS

As equipes voltam a campo neste domingo (10), pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Grêmio viaja até Chapecó para encarar a Chapecoense na Arena Condá, às 19h.

Enquanto o CSA recebe o Vasco no Rei Pelé,  às 19h.

O JOGO

A primeira chance da partida foi do Grêmio aos seis minutos. Luciano bateu cruzado e a bola passou por todos na área.

No lance seguinte, o Grêmio buscou o seu gol. Bruno Corteza lançou Everton, que cruzou rasteiro para Diego Tardelli finalizar para o fundo das redes.

Nova chance ao Grêmio aos 22 minutos. Luciano roubou a bola de Didira e serviu Alisson. O meia bateu firme e João Carlos quase se atrapalhou e quase aceitou um frango.

A primeira chance do CSA saiu aos 31 minutos. Didira rola para Euller, que finaliza cruzado. A bola passa por toda a área e sai pela linha de fundo.

O Grêmio criou a primeira chance de gol do segundo tempo. Maicon roubou bola no meio campo e tentou surpreender João Carlos adiantado. A bola passou perto do travessão.

O CSA respondeu aos 12 minutos. Euller cobrou falta e Alan Costa cabeceou em cima da marcação. Mas a bola foi mal afastada e ficou com Jean Cléber. O volante finalizou firme e Paulo Victor fez bela defesa.

Nova chance para o CSA aos 40 minutos. Ricardo Bueno recebe no comando de ataque e faz o pivô para Jean Cleber. O volante pega firme, mas bate perto do poste direito.

Mas aos 44 minutos, o CSA conseguiu o seu gol de empate. Rafinha bateu falta da meia lua com efeito pelo meio da barreira e a bola caiu no canto esquerdo antes de Paulo Victor para balançar as redes.

Só que no minuto seguinte o Grêmio conseguiu marcar o gol da vitória. Everton foi para a linha de fundo e cruzou na área. A bola passou por Luciano, mas Ronaldo Alves acabou cabeceando para o próprio gol e garantiu o triunfo gremista.

Botafogo - Flamengo - Campeonato Brasileiro

Flamengo marca no fim e deixa Botafogo na zona de rebaixamento

Com gol salvador de Lincoln aos 43 minutos do segundo tempo, o Flamengo venceu o Botafogo por 1 a 0, na noite desta quinta-feira (7), manteve oito pontos de vantagem para o Palmeiras e ainda colocou o rival na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

O duelo válido pela 31ª rodada foi realizado no Engenhão, no Rio de Janeiro.

Os gol da vitória do Flamengo foi marcado por Lincoln.

Com a vitória, o Flamengo chega a 74 pontos, oito acima do Palmeiras na luta pelo título.

Já o Botafogo fica com 33 pontos, um abaixo do Cruzeiro, primeira equipe fora da zona de rebaixamento.

PRÓXIMOS JOGOS

As equipes voltam a campo neste final de semana, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Flamengo recebe o Bahia no Maracanã, neste domingo (10) às 18h.

Enquanto o Botafogo recebe o Avaí no Engenhão, nesta segunda-feira (11) às 20h.

O JOGO

A primeira chance do jogo foi do Botafogo. Igor Cássio recebeu cruzamento, driblou a marcação, mas finalizou em cima de Diego Alves.

O Flamengo conseguiu respondeu aos 41 minutos. Gabriel recebeu na entrada da área e finalizou firme. A bola ainda resvalou na marcação e saiu perto do poste direito.

A primeira chance do segundo tempo foi do Flamengo aos sete minutos. Gabriel rolou para Bruno Henrique, que finalizou colocado perto do poste direito.

O Botafogo ficou com dez em campo aos oito minutos, quando Luiz Fernando recebeu o segundo amarelo ao puxar Bruno Henrique no ataque.

Nova chance do Flamengo aos 23 minutos. Willian Arão bateu falta no segundo poste e Rodrigo Caio escorou para o meio da área. Pablo Marí chegou de cabeça e Gatito Fernández fez bela defesa.

No minuto seguinte, o Flamengo quase marcou seu gol. Gabriel avançou pelo centro e finalizou perto do poste esquerdo.

E a pressão do Flamengo resultou em gol aos 43 minutos. Everton Ribeiro lança Bruno Henrique, que cruza na medida para Lincoln finalizar para o fundo das redes.