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Agressão não combina com futebol, diz William Matheus sobre ameaça de torcedores

Ontem (30), o Couto Pereira amanheceu pichado por torcedores insatisfeitos com o retrospecto do Coritiba. Entre os dizer..

Francielly Azevedo - 31 de agosto de 2017, 11:53

Ontem (30), o Couto Pereira amanheceu pichado por torcedores insatisfeitos com o retrospecto do Coritiba. Entre os dizeres, estava a frase "Série B, porrada no CT". Na manhã desta quinta-feira (31), o lateral-esquerdo William Matheus e o zagueiro Werley repercutiram o incidente.

William acredita que a cobrança é comum, mas a ameaça de agressão não pode acontecer.

"Agressão é uma coisa que não combina nada com futebol, não tem nada a ver. A torcida tem todo o direito de protestar. É o que acontece quando o clube está em um momento que não é tão bom. Nós, jogadores, temos que aceitar isso, assimilar da melhor maneira, mas agressão não combina nada com futebol, e espero que não aconteça isso. Quando eu saio na rua, as pessoas são educadas. Eu espero que eles cobrem, mas na medida do possível, sem extrapolar", disse.

Confiança afetada

Ao ser questionado sobre a confiança dos jogadores em campo, o zagueiro Werley destacou a cobrança.

"A gente precisa resgatar isso aí. Conversamos muito sobre isso. Quando as coisas estão boas, é fácil fazer as coisas. Quando está em uma sequência negativa, às vezes quer fazer um lance, mas não faz com medo da repercussão. Tem que ter personalidade. Se você não tentar, nunca vai acertar", explicou.

Porém, em contrapartida, Werley garantiu que o psicológico do elenco não é afetado com manifestos como o que ocorreu no Couto Pereira.

"Posso falar por mim, o meu não. Tenho certeza que o grupo também não. Quando não se vence, tem cobrança, é normal. A gente só vai mudar isso com vitórias. O que pode fazer é trabalhar e, quando tiver o jogo, colocar nossa postura e vencer", afirmou.