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Em casa, Atlético fica no 0 a 0 com o Ceará, e comemora

Jogando com 10 jogadores desde os 22 minutos do primeiro tempo, o Atlético quase nada fez em campo e saiu aliviado por t..

Roger Pereira - 01 de março de 2018, 00:39

Jogando com 10 jogadores desde os 22 minutos do primeiro tempo, o Atlético quase nada fez em campo e saiu aliviado por ter empatado em 0 a 0 com o Ceará, na noite desta quarta-feira, pela terceira fase da Copa do Brasil. Impossibilitado de colocar em prática o sistema de jogo defendido pelo técnico Fernando Diniz por conta da inferioridade numérica, o Furacão foi dominado pelo visitante e, por pouco, não saiu derrotado.

O Atlético começou com tudo, tendo duas finalizações nos primeiros outo minutos e chegando a 72% de posse de bola até que, aos 22 minutos, no primeiro contra-ataque que o Ceará encaixou, Thiago Heleno parou Richardson com um carrinho no meio de campo. Último homem da defesa do Atlético, o General acabou expulso pela arbitragem, deixando o Atlético com 10 jogadores em campo.

Mesmo perdendo um zagueiro, Fernando Diniz não mexeu no time, tentando manter o sistema de jogo, mas, com dois e não mais três zagueiros. Nos minutos restantes do primeiro tempo, a estratégia até funcionou, e foram do Atlético as duas melhores chances do jogo, com Guilherme finalizando em cima de defesa e Carleto cobrando falta.

No segundo tempo, no entanto, o Cará começou a achar os espaços e só não abriu o placar porque Santos estava numa noite inspirada. Quando o goleiro atleticano foi superado, aos 17 minutos, driblado por Felipe Azevedo, Carleto apareceu para salvar em cima da linha.

Depois de outras duas boas chegadas do Ceará, Diniz decidiu recompor a defesa, tirando o meia Raphael Veiga e colocando Zé Ivaldo. Com a substituição, o Atlético praticamente abdicou de atacar e passou a apenas suportar a pressão cearense. O Furacão só conseguiu chegar de novo aos 40 minutos, quando Nikão cruzou na cabeça de Pablo, mas ele finalizou para fora.

Já nos acréscimos, quase o castigo, em uma bola disputada dentro da pequena área atleticana, Carleto disputa com Ricardinho, a bola bate no braço do jogador cearense e entra, mas o juiz anula.

Com 18 finalizações dos visitantes, o dobro das atleticanas, o placar de 0 a 0 tem que ser celebrado pelo Furacão, por deixar a disputa em aberto para a partida de volta, dia 15 de março, no Castelão, em Fortaleza. Quem vencer passa para a quarta fase. Qualquer empate leva a decisão para os pênaltis.