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No retorno de Alan Ruschel, Barça goleia a Chape em jogo de emoções

O Barcelona goleou a Chapecoense por 5 a 0, no Camp Nou, na Catalunha em um jogo cercado de expectativas e muita emoção...

Redação - 07 de agosto de 2017, 17:52

O Barcelona goleou a Chapecoense por 5 a 0, no Camp Nou, na Catalunha em um jogo cercado de expectativas e muita emoção. Com Neto e Follmann, goleiro que teve uma perna amputada após o acidente que vitimou 71 pessoas - a maioria da delegação da Chape - em novembro do ano passado, em Medellín, Colômbia, fazendo o aquecimento com os jogadores, a emoção deu o tom da partida. Alan Ruschel, um dos poucos sobreviventes também fez sua reestreia nos campos de futebol após 252 dias.

O jogo valia a disputa do troféu Joan Gamper, porém, a partida foi marcada por muitos momentos de emoção.

Os gols foram marcados por Deulopeu, aos seis, Busquets, aos 11 e Messi, aos 28 do primeiro tempo e Suárez, aos dez e Denis Suárez, aos 29 minutos do segundo tempo. Aos 43, o goleiro Arthur Moraes defendeu uma cobrança de penalidade de Alcácer.

A Chapecoense volta a jogar nesta terça-feira em seu terceiro jogo em três dias. A Chape vai enfrentar o Lyon, em amistoso às 13 horas (de Brasília), no Centro de Treinamento Groupama. Esta semana, o Verdão ainda segue para o Japão, onde decide a Copa Suruga contra o Urawa Red Diamonds, dia 15, em Saitama.

O ala Apodi, que saiu aplaudido de campo, elogiou o público, os companheiros e disse a emoção de ter jogado. "A qualidade é muito acima, questão tática e qualidade individual. A gente teve esse privilégio dever que eles são muito top. A oportunidade de ganhar seria pequena e o que fizeram foi muito importante".

O ex-goleiro Follmann disse no final do jogo que foi muito emocionante. "Emocionado pelo o que a gente viveu, reestreia do Alan, foi uma emoção muito forte. Esta partida mostra que as pessoas que estão de mal da vida, cabeça baixa, veem o Alan voltando depois muito esforço, emocionante", disse.

Para Alan Ruschel o mais importante foi o retorno. "O resultado foi o que menos importa, ter voltado, jogar é o que mais importa. Vale celebrar a vida, o prazer de viver, de trabalhar, fazer aquilo que ama. Sabia que seria 30, 35 minutos, aqui dentro darei minha vida, troquei a camisa com Messi, falei com o baixinho, um cara simples, humilde, mostrou o que ele é para o mundo ali fora".