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Empresa cubana não está transferindo tecnologia para fabricar remédios, diz ministro

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência BrasilO ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse nesta quarta-feira (6) que o..

Jordana Martinez - 06 de dezembro de 2017, 15:18

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse nesta quarta-feira (6) que os valores pagos a mais pelo governo federal, visando à transferência de tecnologia para fabricação, no Brasil, do medicamento Alfaepoetina, não estavam compensando. Por esse motivo, o governo tem deixado de pagar pela transferência de tecnologia, limitando-se exclusivamente à aquisição do medicamento por meio de pregões, acrescentou.

A Alfaepoetina (eritropoetina humana recombinante) é usada no tratamento de anemia decorrente de insuficiência renal crônica. O contrato ao qual o ministro se refere envolve a empresa cubana Cimab e a Bio-Manguinhos, que é uma unidade da Fundação Oswaldo Cruz na área federal. Estamos mantendo as estruturas que lá estão definidas pela responsabilidade da União. Nossa meta é ampliar em 20% o número de atendimentos nos hospitais públicos federais, mas sem precisar de novos investimentos”, explicou.