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Vereadores afastados em Londrina têm prazo de 10 dias para apresentar defesa

BandNewsCuritibaA Câmara Municipal de Londrina, no norte do Paraná, deu um prazo de dez dias para os vereadores a..

Jordana Martinez - 06 de fevereiro de 2018, 15:23

Durante reunião da Mesa Executiva do Legislativo que contou com a presença de Ailton Nantes, Eduardo Tominaga e João Martins, os vereadores acolheram parecer jurídico e vão encaminhar a representação nº 1/2018 para defesa prévia dos parlamentares afastados Mario Takahashi e Rony Alves.
Durante reunião da Mesa Executiva do Legislativo que contou com a presença de Ailton Nantes, Eduardo Tominaga e João Martins, os vereadores acolheram parecer jurídico e vão encaminhar a representação nº 1/2018 para defesa prévia dos parlamentares afastados Mario Takahashi e Rony Alves.

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A Câmara Municipal de Londrina, no norte do Paraná, deu um prazo de dez dias para os vereadores acusados na operação Zona Residencial 3 apresentarem defesa. Mario Takahashi, do PV, e Professor Rony, do PTB, são suspeitos de participar de um esquema que aprovava mudanças no setor de zoneamento urbano do município em troca de dinheiro.

A Câmara Municipal de Londrina acolheu uma orientação da Procuradoria Jurídica do Legislativo ao estipular o prazo.  A decisão foi anunciada pelo presidente da Câmara em exercício, Ailton Nantes, do PP, depois de uma reunião com integrantes da direção do Legislativo, o procurador jurídico e a assessora regimental.

No parecer jurídico entregue à Mesa Executiva, o procurador jurídico Miguel Aranega Garcia orienta que o Legislativo encaminhe cópia integral de todos os documentos aos representados para que apresentem defesa por escrito no prazo de dez dias.

O vereador Filipe Barros, do PRB, protocolou no dia 26 de janeiro uma representação que pede a abertura de Comissão Processante (CP) contra Mario Takahashi e Professor Rony, por ato incompatível com o decoro parlamentar.

Os dois vereadores são investigados na Operação ZR-3, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Eles foram ouvidos pelo Ministério Público na sexta-feira (2). Rony Alves negou todas as acusações.