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Polícia Civil investiga morte de cadeirante vítima de incêndio

Por Eduardo Xavier, do Metro JornalA Polícia Civil de Maringá, no noroeste do estado, apura as circunstâncias da morte d..

Andreza Rossini - 09 de agosto de 2017, 10:05

Por Eduardo Xavier, do Metro Jornal

A Polícia Civil de Maringá, no noroeste do estado, apura as circunstâncias da morte de um cadeirante em um incêndio em uma casa na Zona 7, na noite da última segunda-feira.

A abertura de inquérito pela Delegacia de Homicídios depende de laudos do Instituto de Criminalística e do IML (Instituto Médico-Legal). “Os laudos vão indicar a causa da morte e o que provocou o incêndio. O inquérito não foi instaurado porque ainda não há indícios mais concretos de crime”, disse o titular da Delegacia de Homicídios, Diego Almeida.

Segundo a tenente Luisiana Guimarães Cavalco, chefe da Comunicação Social do 5º Grupamento de Bombeiros de Maringá, há possibilidade de alguém ter ateado fogo no cadeirante porque o incêndio não teve grandes proporções.

O fogo atingiu a sala e um pequena parte da cozinha e foi controlado pelo Corpo de Bombeiros em cerca de 10 minutos. O CB foi comunicado às 23h30. O rapaz, que aparentava ter 25 anos, foi encontrado pelos bombeiros carbonizado caído na sala, a cerca de 1,5 metro de distância da cadeira de rodas. “Demorou cerca de 2 minutos para chegarmos ao local, que é próximo do grupamento. Ele não respondia. Já estava morto”, disse a tenente.

De acordo com Luisiana, no local foram ouvidos relatos de ameaças de morte contra o cadeirante. Um amigo da vítima levou o rapaz para a casa no noite do incêndio. Ele voltou ao local quando o fogo tinha começado. A Polícia Militar informou que a residência era ponto de venda e consumo de drogas. Até ontem, o IML não havia identificado a vítima