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Na seleção, Renan Lodi recebe medalha de campeão da Copa do Brasil

Renan Lodi recebeu uma medalha de campeão da Copa do Brasil 2019. O Athletico Paranaense enviou o prêmio ao lateral-esquerdo de 21 anos pelo goleiro Santos, que também foi convocado para a seleção brasileira. Lodi disputou o primeiro jogo das oitavas de final, contra o Fortaleza, antes de se transferir ao Atlético de Madrid, da Espanha.

“Obrigado por também fazer parte dessa nossa conquista! E fica o agradecimento também pro Santos, que fez essa entrega”, publicou o Furacão. “Sou eternamente grato! Furacão”, respondeu o jogador.

Lodi foi a maior a maior venda da história do Athletico: os espanhóis desembolsaram cerca de 20 milhões de euros, algo em torno de R$ 87,25 milhões.

Na Europa, o jogador vem ganhando destaque e visto como um dos atletas mais promissores do mundo.

Ele já é titular absoluto do time colchonero, treinado pelo argentino Diego Simeone. Já são 11 jogos na temporada, sete no Campeonato Espanhol e quatro na Champions League. Por enquanto, ele deu duas assistências, uma em cada torneio.

LODI: NOVO TITULAR DA SELEÇÃO?

Na seleção brasileira, Renan Lodi tem a concorrência de Alex Sandro, titular na conquista da Copa América deste ano. Contudo, Lodi foi titular no último amistoso do Brasil, contra a Nigéria. Antes, ele entrou no decorrer do jogo contra Senegal, quando Alex esteve na equipe inicial.

Os dois agora voltam à disputar posição para os últimos amistosos do Brasil em 2019. O Brasil encara a Argentina na próxima sexta-feira (15), às 14h (horário de Brasília, em Riade, na Arábia Saudita.

Depois, na próxima terça-feira (19), às 10h30, a seleção enfrenta a Coreia do Sul em Abu Dhabi, nos Emirados Arábes.

Renan Lodi no treino com a seleção brasileira. (Lucas Figueiredo / CBF)
Curitiba Vôlei - Gisele Miró - Superliga

Curitiba Vôlei começa Superliga em busca de patrocínios para seguir vivo

O Curitiba Vôlei estreia na Superliga nesta terça-feira (12). Logo em seu primeiro compromisso a única equipe do sul do Brasil na competição vai medir forças contra o SESC-RJ, comandado pelo treinador bicampeão olímpico Bernardinho.

Mas enfrentar desafios tem sido comum para Gisele Miró, presidente do Curitiba Vôlei. Miró foi tenista profissional e chegou a conquistar a medalha de ouro em simples nos Jogos Pan-Americanos de Indianapolis em 1987. Só que como dirigente, a curitibana tem sentido na pele e no bolso como é difícil trabalhar com esporte no Brasil.

Em entrevista exclusiva ao Paraná Portal, Miró comenta como tem administrado com recurso próprio a equipe, suas expectativas para a próxima Superliga e também um pedido. Sem ajuda do poder público ou de patrocinadores o voleibol profissional pode novamente deixar Curitiba.

Paraná Portal: Como você avaliou o interesse dos curitibanos em ter uma equipe profissional de vôlei durante a última Superliga?

Gisele Miró: Meu objetivo hoje é trazer o melhor voleibol do mundo para Curitiba. O vôlei é um esporte que me permite isso.

Um esporte que tem 16 milhões de praticantes, o segundo do público em preferência e o primeiro entre as mulheres. No jogo nós vemos muitas famílias, do neto ao avô. Esse lado de ver a criançada tendo a oportunidade de ver as melhores jogadoras do mundo em sua frente.

Se você pegar o tênis, que foi o esporte da minha vida. Eu nunca tive a oportunidade de ver um Federer, um Nadal aqui em Curitiba, até porque eles nunca vieram.

Já o vôlei, nós tivemos 13 medalhistas olímpicas na última competição (Superliga). Esse ano temos novamente bicampeãs olímpicas, campeãs olímpicas, os melhores técnicos e as próprias estrangeiras, com algumas sendo campeãs mundiais.

Curitiba Vôlei - Gisele Miró - Superliga
Gisele Miró utiliza recursos próprios para manter o Curitiba Vôlei em atividade. Foto: Valterci Santos

PP: A Superliga tem crescido ano após ano e hoje é uma das principais ligas nacionais do mundo. Quais os desafios de montar um elenco para uma competição desse nível?

GM: Como gestora do time eu tenho pé no chão. O mesmo patrocínio que eu tinha na época do tênis, que era “paitrocínio”, é o mesmo de hoje. Quem patrocina a equipe hoje sou eu, então está muito difícil. Mas eu acredito que a gente vai conseguir chegar a essa ideia do esporte, não só de Curitiba, mas dentro do Paraná sendo forte.

Temos uma presença muito forte de crianças e nós distribuímos ingressos para muitos projetos sociais e temos todos os jogos lotados, com muita gente ficando de fora. E essa é uma oportunidade que os governos não estão enxergando através do esporte.

Se pegarmos mundialmente, se investe muito em esporte. E aqui eu estou sozinha, quebrando a cabeça e fazendo de tudo para o time dar certo e para que Curitiba tenha um dos maiores eventos do esporte em sua cidade.

Hoje o Curitiba Vôlei é o único time do sul do Brasil na Superliga e por isso estamos nos preparamos no Campeonato Mineiro, com times de maior investimento que o nosso. Se compararmos em termos de futebol, o Praia Clube é o Barcelona e o Minas é o Real Madrid.

O vôlei consegue estar em um altíssimo nível, se comparado a outros esportes. E eu gostaria muito de ver as outras modalidades se expandindo aqui no Paraná e venho tentando isso. Eu mandei um ofício para o Governo do Estado e para a Prefeitura de Curitiba pedindo uma parceria para trazermos o melhor voleibol do mundo para a cidade e transformar o esporte em um espelho para as novas gerações.

Hoje estou tirando muito dinheiro do bolso, mas eu acredito que se aguentar mais uma temporada o pessoal vai se mobilizar. Nós tivemos um retorno de marketing espontâneo de R$ 23 milhões. Eu acho que é algo bem razoável de se pensar. Se conseguirmos investir um pouco conseguimos montar um time ainda melhor e continuar trazendo o melhor voleibol do mundo para Curitiba.

Mas com o investimento que temos hoje, nós temos que ter o pé no chão e saber que não brigamos pela Superliga, mas fazemos o melhor papel possível para representar o Paraná dentro da competição.

Por exemplo, em nossa estreia na Superliga teremos a presença do Bernardinho. E vamos buscar fazer o jogo mais demorado possível para que nossa plateia possa aproveitar o espetáculo e agitar a cidade.

Curitiba Vôlei - Gisele Miró - Superliga
Waleskinha (8) foi campeã olímpica em Pequim e traz maior experiência ao vestiário do Curitiba Vôlei. Foto: Valterci Santos

PP: Como é a parceria do Curitiba Vôlei com a Universidade Positivo?

Algumas atletas de nível de seleção têm me procurado para negociar e vir jogar aqui em Curitiba. Muito disso é pela nossa estrutura com a Universidade Positivo.

O projeto só está sendo possível isso porque a Universidade está dando essas condições para recebermos os jogos, porque os encargos são muito grandes e nos deixaria fora por vários motivos.

Os custos com iluminação, vestiários, nós nunca conseguiríamos fazer sozinhos. Hoje a Superliga tem um alto nível de organização, comparável a uma Copa do Mundo da modalidade.

A Universidade entra com toda a infraestrutura, sendo uma das melhores do Brasil. Todos os outros times nos elogiam e querem que deem certo o projeto. Além disso, todas as nossas atletas estão estudando, se não em uma graduação, em um curso de inglês.

Quando eu me reuni com o Paulo Cunha (presidente da área de Ensino do Grupo Positivo), expliquei para ele que uma universidade norte-americana como Stanford e Harvard tem mais medalhistas olímpicas que todo o esporte brasileiro.

E para mim esse é o caminho. Aliar o esporte e a educação para ajudar na questão da saúde e melhorar vida das pessoas.

Mas assim, eu estou sozinha e acho que a cidade poderia se envolver um pouco mais. Além de mim, tem outras pessoas na equipe que também estão ajudando dessa forma.

O pessoal da fisioterapia que são profissionais caros e que atendem o time em qualquer horário, assim como nosso médico, Dr. Álvaro Chamecki (coordenador médico do Coritiba). São pessoas que querem contribuir para que isso dê certo.

Curitiba Vôlei - Gisele Miró - Superliga
Duda Nunes chega em Curitiba com a experiência de um título da Superliga conquistado em Minas. Foto: Valterci Santos

PP: O que falta para o poder público e empresariado realizarem investimentos no esporte?

GM: Eu vou dar o exemplo do time de Taubaté. Que é o atual campeão da Superliga (masculina). A prefeitura da cidade está fazendo com seus parceiros também trabalhem com a equipe. E o sucesso do time está colocando em foco o nome da cidade também.

O poder público investe no esporte em todas as principais potências mundiais. Nos Estados Unidos não é somente o alto nível que recebe esse investimento, mas a base como um todo. Estamos lutando para isso e temos a confiança que os empresários vejam que somos uma boa opção de marketing e que podemos gerar muitas oportunidades para eles.

Eu não sou uma pessoa que fica sentada e esperando as coisas acontecerem. Hoje, por exemplo, entrei em contato com uma concessionária de carros para tentar fechar parceria. As empresas para fechar patrocínio precisam de retorno e eu quero fazer algo que seja bom para todo mundo. Mas todos temos que começar a fazer alguma coisa.

Fazia 15 anos que não tinha um time de Superliga aqui em Curitiba (Paraná Vôlei Clube foi campeão brasileiro feminino em duas oportunidades antes de se mudar para o Rio de Janeiro), sendo que o último cara que conseguiu fazer isso foi o Bernardinho.

A hora que eu pifar e acabar com o time de voleibol em Curitiba, vai ser uma ducha de água fria. Talvez leve mais 15 anos para voltar outro time. Só que eu preciso de ajuda. Até mesmo em divulgação.

Ano que vem temos Olimpíadas, pode ter uma atleta ou ex-atleta nossa convocada para a competição. Temos que ir para a frente com todo mundo se ajudando. Se pegarmos um dos times mineiros, somente o Praia Clube tem R$ 10 milhões em investimentos, com uma atleta deles tendo valor do nosso time inteiro.

PP: Como o Curitiba Vôlei entra nessa edição da Superliga?

GM: Eu acho que somos um time bem competitivo. Nosso objetivo é chegar entre os oito melhores mais uma vez, mas esse ano está ainda mais difícil. Nós temos o Flamengo que entrou e está investindo alto e será um time que vai complicar para a gente. O próprio São Paulo que foi campeão paulista e entrou forte nessa parceria com a equipe de Barueri.

As equipes de futebol estão vendo o voleibol como forma de divulgação de sua marca. Porque é um público diferente, principalmente com as mulheres. Em uma época em que tratamos cada vez mais do empoderamento feminino, precisamos também olhar para o esporte feminino e o vôlei tem essa vantagem de termos um altíssimo nível de atletas.

Eu não acredito que a gente possa ser a grande surpresa, mas vamos fazer jogos em que vamos surpreender muitas pessoas. Porque não podemos fugir de que só tem os melhores atletas, quando se tem os melhores investimentos.

Por isso, tentamos suprir essa questão com outros fatores. Como com um técnico (Duda Nunes) que trabalhou dois anos com o Minas e foi campeão da Superliga e que trouxe algumas atletas com ele.

Eu sou muito grata ao Clésio (Prado, comandou o Curitiba Vôlei em 2018), por ele ter levado o time aonde chegou. Ele foi uma pessoa super-importante nesse processo.

Mas o meu sonho é ganhar a Superliga. Até porque se eu não mirar esse título, eu vou ficar pelo caminho. E isso foi algo que eu não tive na caminha carreira no tênis. Por exemplo, eu queria disputar o Torneio de Wimbledon, mas eu deveria ter desejado ganhar Wimbledon.

Por isso é importante você se cercar de atletas que tenham esse perfil. Você ter uma Waleskinha (campeã olímpica em Pequim 2008) do lado e ela poder contar sobre sua trajetória, por exemplo.

É muito difícil gerir uma equipe na Superliga. Porque existe a cobrança, existem os momentos de dúvida, então com o Duda eu fico tranquila com essas questões, até pela experiência dele dentro do esporte. Hoje temos e expertise do time do Minas, que foi campeão.

Nós montamos uma equipe melhor, mas todas as outras equipes também cresceram. O Rio de Janeiro, por exemplo, é uma seleção. Mas chegar nesse nível é o nosso objetivo, eu quero chegar lá um dia. Mas hoje temos que ter os pés no chão.

Por exemplo, nós viemos para o Campeonato Mineiro sem fisioterapeuta. Diferente dos outros times que tem todo um staff e isso no esporte de alto rendimento é fundamental.

Curitiba Vôlei - Gisele Miró - Superliga
Folha salarial do Curitiba Vôlei fica na casa do R$ 1 milhão. Média da Superliga é de R$ 5 milhões. Foto: Valterci Santos

PP: Com esse cenário, você avalia que falta uma cultura de esporte no estado?

GM: Recentemente eu fui na Copel, que esteve conosco na última temporada, mas nesse ano por algum motivo não estão mais ao nosso lado. Mostrei para eles os resultados de mídia espontânea e oportunidade das crianças ingressarem no esporte, aumentando sua presença nas escolinhas. Mas não conseguimos manter a parceria.

Porque o resultado que temos que observar é o número de atletas olímpicos paranaenses presentes em uma Olimpíada. Tenho certeza que o número de presentes no Rio de Janeiro vai ser maior em comparação a Tóquio em 2020.

Não é a questão da falta de investimento e sim, a melhor distribuição desses investimentos. É preciso olhar para o alto rendimento, que tem uma maior pressão por resultados, mas que é o objetivo máximo de cada atleta.

Por exemplo, aqui no Paraná se investe muito na base, que é algo muito correto e não pode parar, só que quando o atleta chega aos 15, 16 anos chegam estados como Minas Gerais e levam esse atleta embora, para treinar nesses locais.

Citando novamente os Estados Unidos como exemplo. Eles vêm um potencial no esporte que nós não vemos. Pensamos que é muito difícil ou pelo time não conseguir ser campeão não vale o investimento. E eu penso que trago o melhor do esporte para Curitiba e não consigo apoio para isso.

O esporte é a cara de um país, de um governo. Quando eu falo que o Curitiba Volei perdeu para o Rio, quero dizer que o Paraná como um todo perdeu para o Rio. Eu acho que precisamos começar a se mexer. Hoje tocamos nossa equipe com 1 milhão, sendo que a maioria investe de 5 milhões para cima.

Mas se reunirmos dez empresários, nós conseguiríamos realizar o nosso investimento. Não é uma verba absurda, pelo tamanho do retorno que nós estamos trazendo, fora a parte social. O esporte pode ser um caminho para tantas coisas boas e é por isso que eu estou lutando.

E essa falta da cultura do ídolo no Brasil é um problema. Quando eu chego na alfândega em outros países, percebo que o esporte desperta um grande carinho. Porque nós representamos um país inteiro.

O Governo pode estar patrocinando uma equipe de alto nível e com isso nós vamos puxando a base para nós. Além disso, estamos trazendo algumas meninas do Paraná de volta para o estado como a Mari Aquino, a Mariana Galon e a Geórgia.

Além delas, eu tenho contato há dois anos com a Fernanda Garay para jogar com a gente. Imagina o impacto que uma outra campeã olímpica como ela atuando aqui, sendo o espelho de uma oportunidade para as crianças daqui.

Não basta apenas dar uma quadra e colocar um professor para criar uma cultura de esporte. Você precisa de espelhos. E eu não vejo essa dificuldade em São Paulo, no Rio e aqui em Minas.

Curitiba hoje tem apenas o Athletico e o Curitiba Vôlei na elite de seus esportes. Dentro do estado temos a única medalhista olímpica aqui no Paraná.

O Lipe (ponteiro do Taubaté e ouro nas Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016 com a seleção brasileira) está tentando trazer um time de vôlei masculino aqui para Curitiba, mas também tem encontrado as mesas dificuldades que eu.

É importante um esporte forte para o país. Se lembrarmos do Rexona, durante o governo Jaime Lerner, mesmo com vários problemas, o voleibol ia bem e aí ajudava a apaziguar isso..

Se não tivesse o Curitiba Vôlei como poderíamos ter o Bernardinho e todas as atletas que temos na Superliga aqui na cidade?

Botafogo - Avaí - Campeonato Brasileiro

Botafogo vence Avaí e sai da zona de rebaixamento do Brasileiro

Em noite chuvosa no Rio de Janeiro, o Botafogo lavou a má fase e voltou a triunfar após quatro rodadas com a vitória sobre o Avaí por 2 a 0, na noite desta segunda-feira (11), e saiu da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

O duelo que encerrou a 32ª rodada foi realizado no Engenhão, no Rio de Janeiro.

Os gols do Botafogo foram marcados por Ricardo (contra) e Diego Souza em cobrança de pênalti.

Com a vitória, o Botafogo sobe para a 14ª posição com 36 pontos e deixa seu rival Fluminense na zona de rebaixamento com 34 pontos ganhos.

Já o Avaí segue na lanterna do Brasileiro com apenas 17 pontos ganhos e muito perto de confirmar seu rebaixamento para o Campeonato Brasileiro da Série B.

PRÓXIMOS JOGOS

As equipes voltam a campo neste final de semana, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Botafogo viaja para Curitiba para encarar o Athletico Paranaense Arena da Baixada, neste domingo (17), às 18h.

Enquanto o Avaí viaja para Belo Horizonte para enfrentar o Crueiro no Mineirão, na próxima segunda-feira (18), às 20h.

O JOGO

O Botafogo conseguiu abrir o placar aos 13 minutos. Cícero fez o cruzamento, Igor Cássio foi para o cabeceamento, mas Ricardo travou com o atacante e mandou para o próprio gol.

Igor Cássio quase deixou o dele aos 31 minutos. Rhuan lançou o atacante que saiu cara a cara com Vladimir, que conseguiu fechar bem a meta e se esticou para fazer bela defesa.

Nova chance do Botafogo aos 43 minutos. Ricardo erra na saída de bola e Rhuan recupera. O meia toca rápido para Leonardo Valencia que devolve para Rhuan bater de primeira perto do poste esquerdo.

O Avaí criou sua primeira chance aos 44 minutos. Jonathan avançou pelo meio e tentou a batida por cobertura. A bola passou perto do travessão.

Aos 47 minutos, nova chance do Avaí. João Paulo arriscou da intermediária e exigiu boa defesa de Gatito Fernández.

Logo no primeiro minuto do segundo tempo, o Avaí quase empatou o jogo. Caio Paulista avançou para a área e finalizou firme para defesa de Gatito Fernández. O rebote ainda sobrou para o atacante, mas Joel Carli se atirou na bola e travou o chute.

O Botafogo respondeu aos 35 minutos. Cícero arriscou da entrada da área e Vladimir fez defesa segura.

Mas aos 39 minutos, Lucas Campos invadiu a área e se enroscou com Luanderson. O árbitro Savio Pereira Sampaio entendeu o choque como falta a assinalou a penalidade.

Diego Souza foi para a cobrança e deslocou Vladimir para voltar a marcar após dois meses.

Após nove jogos, Mazola Junior não é mais o técnico do Londrina

O técnico Mazola Junior não está mais no comando do Londrina. A informação foi divulgada pelo clube na manhã deste domingo (10).

Por meio de nota, o Tubarão informou que o técnico Silvinho, treinador do Sub-19 vai conduzir a equipe nos quatro jogos restantes da Série B. O novo treinador foi finalista do Campeonato Paranaense de Juniores pelo alviceleste.

O Londrina vive situação delicada na competição, com grande risco de cair para Série C do Brasileiro. O time ocupa a 16ª posição, com 35 pontos, sendo o primeiro fora da área da degola. Mesma pontuação do Figueirense, primeiro na zona de rebaixamento. O LEC só está fora do Z4 porque tem dez vitórias e o time catarinense seis.

A demissão de Mazola ocorre após a derrota para o América-MG, na última sexta-feira (8), por 1 a 0, no Estádio do Café. A equipe perdeu os últimos quatro jogos na competição.

Na próxima terça-feira (12), o Tubarão encara o Criciúma, às 20h30, no Heriberto Hülse, em Santa Catarina. Depois disso tem Botafogo-SP (em casa), São Bento (fora) e Guarani (em casa).

Mazola foi anunciado no fim de setembro para a vaga deixada por Claudio Tencatti. Com a passagem breve, o treinador somou sete derrotas, um empate e uma vitória.

O clube finalizou o comunicado agradecendo ao técnico Mazola Jr. e aos seus auxiliares André Dias e Ronny Silva pelo período no comando do Londrina. “Desejamos ainda sucesso aos três profissionais na sequência de suas carreiras”, disse.

CONFIRA A NOTA NA ÍNTEGRA

O Londrina Esporte Clube comunica a mudança no comando técnico da sua equipe principal para as últimas quatro rodadas do Campeonato Brasileiro da Série B.

O técnico Silvinho, treinador revelado pelo clube e que tem se destacado pelo importante trabalho desenvolvido com o Londrina Sub-19, finalista do Campeonato Paranaense de Juniores, assume a equipe principal nestes quatro jogos.

O LEC agradece ao técnico Mazola Jr. e aos seus auxiliares André Dias e Ronny Silva pela dedicação e profissionalismo no período em que estiveram conosco. Desejamos ainda sucesso aos três profissionais na sequência de suas carreiras.

Flamengo vira sobre o Bahia e torcida decreta: ‘é campeão’

De virada, o Flamengo derrotou o Bahia por 2 a 1 e abriu 10 pontos de vantagem sobre o Palmeiras na liderança do Brasileirão. William Arão marcou contra no primeiro tempo, mas Reinier, Bruno Henrique e Gabigol garantiram a 24ª vitória do Fla no campeonato. No final da partida, a torcida já entoou o grito de “é campeão”.

65.930 pessoas acompanharam o duelo deste domingo (10), válido pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Maracanã. O clube detém os 10 maiores públicos do torneio nacional.

Já que o Palmeiras empatou o clássico contra o Corinthians, o Fla pode conquistar o título do Brasileirão em duas rodadas.

Para isso, basta vencer o Grêmio e o Vasco, além de torcer por um tropeço em alguma das duas rodadas. Ou seja, o time treinado por Jorge Jesus pode ir à final da Libertadores, contra o River Plate, já campeão brasileiro.

Com o triunfo desta noite, o Rubro-Negro chegou a marca de 19 jogos sem perder no Campeonato Brasileiro. O último revés foi exatamente contra o Bahia, no dia 4 de agosto. Naquela ocasião, marcada também pela estreia de Filipe Luís, o atacante Gilberto todos dos gols do 3 a 0.

Por fim, o Flamengo tem o melhor aproveitamento da história do Brasileirão após 32 rodadas. São 24 vitórias, cinco empates e três derrotas, um aproveitamento de 78%.

Do outro lado, o Bahia segue com 44 pontos e aparece na nona posição da tabela. Para completar, o time comandado por Roger Machado chegou ao sexto jogo sem vitória.

PRÓXIMOS JOGOS

Flamengo e Bahia voltam a campo no próximo domingo (17), às 16h.

Na Arena Fonte Nova, em Salvador, os baianos enfrentam o Palmeiras.

Já em Porto Alegre, o Fla encara o Grêmio, reeditando o duelo da semifinal da Libertadores.

FLA SAI ATRÁS E VIRA NO SEGUNDO TEMPO

Alexandre Vidal / Flamengo

Na primeira etapa, o Flamengo arrematou oito vezes, contra quatro do Bahia. Contudo, quem levou a melhor foram os baianos.

Os visitantes se fecharam bem na defesa e não correram grandes riscos.

Já no ataque, o Tricolor contou com o gol contra de William Arão. Nino Paraíba cruzou e Elber cabeceou firme para Diego Alves fazer grande defesa. Entretanto, a bola voltou para Elber, que chutou forte e viu Arão mandar contra a própria meta.

Na etapa final, o Bahia seguiu aproveitando os contra-ataques. Aos três minutos, Elber arrancou em velocidade e tocou para João Pedro finalizar pela linha de fundo.

O Fla aumentou a pressão e foi recompensado aos oito minutos. Everton Ribeiro encontrou Gabigol na ponta direita e o camisa 9 cruzou para Reinier, que havia entrado no jogo durante o intervalo, completou para o fundo das redes.

Depois disso, só deu Fla. Arão e Reinier quase marcaram, mas foi Bruno Henrique quem apareceu para decidir. O atacante recebeu o passe de Gabigol e chutou com o pé esquerdo para incendiar o Maracanã.

Aos 42, o terceiro gol saiu. William Arão cobrou falta e carimbou o travessão. A bola voltou e Gabigol, bem posicionado, fechou o placar.

Bruno Henrique comemora o gol da virada. (Alexandre Vidal / Flamengo)
athletico são paulo cirino

Cirino marca no fim e Athletico vence o São Paulo no Morumbi

O Athletico venceu o São Paulo por 1 a 0 e entrou no G6 do Campeonato Brasileiro. O gol que definiu o placar foi marcado pelo atacante Marcelo Cirino, aos 44 minutos da etapa final em uma falha do goleiro Tiago Volpi. O duelo deste domingo (10), válido pela 32ª rodada, foi realizado no Morumbi.

Com o resultado, o Furacão chega aos 50 pontos conquistados e aparece na sexta colocação.

Do outro lado, o São Paulo amarga a segunda derrota seguida dentro de casa. O time comandado por Fernando Diniz, em quinto lugar, segue com 53 pontos e vê a crise aumentar.

PRÓXIMOS JOGOS

Os times voltam a campo no próximo final de semana. O São Paulo tem pela frente o clássico contra o Santos. O jogo está marcado para o sábado (16), às 17h, na Vila Belmiro.

Já o Athletico vai receber o Botafogo na Arena da Baixada, em Curitiba. O confronto acontece no domingo (17), às 16h.

O JOGO

Daniel Alves voltou a ter uma atuação fraca. (Eduardo Carmim/Photo Premium/Folhapress)

O Sâo Paulo teve as melhores chances de marcar na primeira etapa. Aos seis minutos, Reinaldo chutou forte e Santos fez ótima defesa.

Aos 21, o goleiro rubro-negro vacilou na saída de bola e proporcionou a chance mais perigosa. Tchê Tchê recuperou no ataque e tocou para Vitor Bueno, que acionou Pablo dentro da área. O camisa 9 girou e soltou uma pancada, mas viu Santos se recuperar.

Depois, aos 34, foi Antony que parou no arqueiro. Por fim, o Athletico teve sua melhor chance aos 42. Marcelo Cirino desceu em velocidade pela direita e cruzou, mas Tiago Volpi se esticou para afastar o perigo.

Na etapa final, os dois times diminuíram o ritmo. O Athletico teve uma boa chance com Lucho González, mas o argentino chutou pela linha de fundo.

Já o São Paulo começou a jogar a bola na área, mas sem sucesso.

No final das contas, quando tudo parecia encaminhado para o empate, o Furacão marcou. Santos isolou a bola e Vitinho ganhou da marcação. O jovem atacante acionou Marcelo Cirino, que soltou uma bomba e contou com a ajuda de Volpi para anotar o único gol do jogo.

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Taison e Dentinho são alvos de racismo na Ucrânia

Os atacantes brasileiros Dentinho e Taison foram alvos de ofensas racistas neste domingo (10), na partida do Shaktar Donetsk contra o Dínamo de Kiev, pelo Campeonato Ucraniano.

Revoltado com os gritos da torcida do Dínamo, que era visitante e estava em menor número, Taison fez um gesto ofensivo e chutou a bola na direção dos torcedores. Por causa disso, foi expulso.

Avisado do racismo por Dentinho, o árbitro paralisou a partida por cerca de cinco minutos durante o segundo tempo. Os jogadores do clube de Kiev foram até a beira do campo e pediram que as ofensas cessassem.

O jogo terminou com vitória do Shakhtar Donetsk por 1 a 0.

Vítima desta vez, o time de Dentinho e Taison já foi protagonista neste ano de outro caso de racismo. Em março, quando disputava a Liga Europa, a Uefa puniu o Shakhtar por bandeiras de extrema direita exibidas nas arquibancadas.

O clube de Donetsk tem atuado na Champions League desta temporada com parte do estádio fechado.

Com gols no final, Palmeiras e Corinthians empatam no Pacaembu

Com gols no final, Palmeiras e Corinthians empataram por 1 a 1 neste sábado (9), no Pacaembu, pela 32a rodada do Brasileirão. Michel Macedo e Bruno Henrique marcaram os gols do jogo.

34.283 pessoas acompanharam o clássico, que também ficou marcado pelo erro de Gustavo Scarpa em um pênalti a favor do time alviverde.

A penalidade foi marcada com o auxílio do VAR, que flagrou um toque no braço de Manoel em uma cobrança de escanteio.

O problema, para os palmeirenses, é que o goleiro Walter acertou o canto e defendeu a cobrança, garantindo o zero no placar.

O duelo não foi realizado no Allianz Parque porque o estádio recebe um festival de música.

Com o resultado, o time palmeirense chegou aos 67 pontos, sete atrás do Flamengo. Ou seja, o clube paulista precisa que os cariocas tropecem em pelo menos três partidas para tentar assumir a liderança do Brasileirão.

Além disso, o Fla vai enfrentar o Bahia neste domingo (10), no Maracanã.

Contudo, o Palmeiras ainda garantiu vaga para a Libertadores do ano que vem.

PRÓXIMOS JOGOS

Os times voltam a campo no próximo domingo (16), às 16h (horário de Brasília). O Corinthians vai receber o Internacional em Itaquera, enquanto o Palmeiras visita o Bahia na Arena Fonte-Nova.

O CLÁSSICO

A primeira etapa não teve grandes emoções e foi marcada pela tensão entre os jogadores. O Corinthians até assustou com uma cabeçada de Boselli, mas o Palmeiras respondeu em uma cobrança de falta de Bruno Henrique.

A melhor chance foi do lado alviverde. Dudu fez boa jogada e tocou para Gustavo Scarpa bater firme, com muito perigo, pela linha de fundo.

Já no segundo tempo, o Palmeiras quase marcou no primeiro minuto. Scarpa cruzou e Deyverson cabeceou para ótima defesa de Walter.

O goleiro corintiano também levou a melhor sobre o atacante aos sete minutos, quando o camisa 16 recebeu de Bruno Henrique e bateu firme.

Aos 28, o juiz seguiu a orientação do VAR. Ao rever a jogada em um escanteio do Palmeiras, ele viu um toque na mão de Manoel e marcou pênalti.

Gustavo Scarpa foi para a cobrança, mas Walter acertou o lado e defendeu.

No final, o Palmeiras ainda sofreu gol de Michel Macedo. O lateral soltou uma pancada e colocou os alvinegros em vantagem. Porém, no finalzinho, Bruno Henrique aproveitou o passe de Dudu e fuzilou as redes.

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Soteldo brilha e Santos bate o Goiás no Brasileirão

Fora de casa, o Santos venceu o Goiás por 3 a 0 neste sábado (9) com uma partidaça de Soteldo. O camisa 10 do Peixe abriu o placar com um golaço, fez outro e ainda deu assistência para Marinho balançar as redes. 12.400 pessoas acompanharam o duelo, válido pela 32ª rodada do Brasileirão, no Serra Dourada, em Goiânia.

No final do jogo, o técnico Jorge Sampaoli ainda teve seu nome gritado pelos torcedores do Peixe. Ovacionado, ele ainda ouviu o pedido “fica Sampaoli”.

Com o resultado, o Santos embala a quarta vitória seguida. Além disso, o time santista não sai da terceira posição do Brasileirão, mas chega aos 64 pontos, dois a menos que o vice-líder Palmeiras.

Do outro lado, o Goiás amargou o segundo revés seguido. Na 10ª posição, o Esmeraldino segue com 42 pontos e ainda pode ser ultrapassado pelo Atlético-MG, justamente quem havia derrotado o time alviverde na rodada anterior.

PRÓXIMOS JOGOS

O Santos se prepara agora para o clássico contra o São Paulo. O jogo, válido pela 33ª rodada do Brasileirão, acontece no próximo sábado (15), às 17h, na Vila Belmiro.

Já na outra segunda-feira (17), às 19h30, o Goiás visita o Vasco em São Januário, no Rio de Janeiro.

SANTOS DOMINA

Soteldo decidiu a favor do Peixe mais uma vez. (Divulgação / Santos)

O Santos controlou o primeiro tempo inteiro e poderia ter construído uma vantagem maior se não fosse Tadeu. O goleiro do Goiás fez três defesaças em arremates de Sánchez, Eduardo Sasha e Soteldo.

Contudo, o camisa 1 não conseguiu fazer nada aos 26 minutos. Depois do cruzamento da direita, Yago Felipe afastou de cabeça.

A bola caiu exatamente onde Soteldo estava. Sem deixar a bola cair, o baixinho, de 1,58 metro, soltou um chutaço na gaveta para anotar um golaço.

Com a vantagem no placar, os paulistas diminuíram o ímpeto, mas seguiram com o controle do jogo.

Na etapa final, o Santos quase anotou o segundo. Com um minuto de jogo, Soteldo fez boa jogada e tocou para trás, mas Sánchez chutou para fora.

O Goiás só chegou com perigo aos nove minutos. Rafael Vaz soltou uma pancada em cobrança de falta e exigiu ótima defesa de Everson.

Entretanto, quando os donos da casa melhoraram, o Peixe matou o jogo. Soteldo fez outra jogadaça pela esquerda e tocou para Marinho. O camisa 11 ajeitou e bateu firme para anotar o 2 a 0.

Alan Ruschel até tentou descontar, mas Everson evitou. Aos 27, Soteldo decretou o placar. Marinho cruzou da direita e o venezuelano bateu firme com o pé esquerdo.

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Santos, do Athletico, é convocado para os próximos amistosos da seleção

O goleiro Santos, do Athletico Paranaense, foi convocado para os próximos amistosos da seleção brasileira neste sábado (9). A informação foi divulgada pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Ele vai substituir Ederson, do Manchester City, que está machucado.

Ederson sofreu uma lesão muscular na última quarta-feira (6), quando o City empatou com a Atalanta por 1 a 1 pela Liga dos Campeões. O médico Rodrigo Lasmar, da seleção, entrou em contato com o departamento médico do clube inglês e recebeu os exames que confirmaram a ausência de Ederson.

SANTOS VIRA DESFALQUE DO ATHLETICO

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Goleiro defendendo a meta do Athletico. (Geraldo Bubniak/AGB)

Essa será a segunda vez de Santos com a camisa amarelinha. Ele integrou o grupo de Tite para os amistosos contra SenegalNigéria, mas não entrou em campo.

O Brasil encara a Argentina na próxima sexta-feira (15), às 14h (horário de Brasília, em Riade, na Arábia Saudita.

Depois, na outra terça-feira (19), às 10h30, a seleção enfrenta a Coreia do Sul em Abu Dhabi, nos Emirados Arábes. Esses são os dois últimos amistosos da seleção em 2019.

Já que a seleção se apresenta nesta segunda (11), Santos vai desfalcar o Athletico na rodada 33 do Campeonato Brasileiro. O Furacão vai encarar o Botafogo no domingo (17), às 16h, na Arena da Baixada.

Contudo, Santos será o titular do time athleticano amanhã (10), quando o Athletico enfrenta o São Paulo no Morumbi.