Curitiba pode perder 60% dos leitos públicos para atendimento psiquiátrico

Metro Jornal Curitiba

médicos

Com o fim do convênio com o hospital psiquiátrico Hélio Rotenberg, no Hauer, o município pode perder 60% das suas vagas para atendimento público psiquiátrico, segundo um requerimento assinado por vários vereadores de Curitiba.

O problema foi debatido ontem na Câmara Municipal e os parlamentares pedem a vinda à Casa da coordenadora da Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Flávia Adachi, para prestar esclarecimentos.

Dos 239 leitos disponíveis hoje para atendimento psiquiátrico, 143 são ofertados pela instituição que não quer renovar o acordo e reclama dos baixos valores repassados.

“Quando tínhamos 239 leitos já havia déficit”, alertou a vereadora Noemia Rocha (MDB). A reunião dos vereadores com a coordenadora da prefeitura está marcada para o dia 27 deste mês.

Com o fim do convênio com o hospital psiquiátrico Hélio Rotenberg, no Hauer, o município pode perder 60% das suas vagas para atendimento público psiquiátrico, segundo um requerimento assinado por vários vereadores de Curitiba.

O problema foi debatido ontem na Câmara Municipal e os parlamentares pedem a vinda à Casa da coordenadora da Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Flávia Adachi, para prestar esclarecimentos.

Dos 239 leitos disponíveis hoje para atendimento psiquiátrico, 143 são ofertados pela instituição que não quer renovar o acordo e reclama dos baixos valores repassados.

“Quando tínhamos 239 leitos já havia déficit”, alertou a vereadora Noemia Rocha (MDB). A reunião dos vereadores com a coordenadora da prefeitura está marcada para o dia 27 deste mês.

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