Polícia divulga retratos falados de suspeitos por crimes sexuais em Londrina

Simone Giacometti

Dois retratos falados feitos a partir da descrição de testemunhas que sofreram abusos sexuais em Londrina, foram divulgados nesta quinta-feira (10), pela Polícia Civil do Paraná.  As imagens foram feitas com a ajuda de um programa de computador que simula como seria a pessoa e o grau de semelhança entre a foto criada pelo programa e a imagem real pode variar, dependendo da quantidade de informações colhidas com as vítimas.

O primeiro retrato falado é de um homem que aparenta ter entre 18 e 25 anos, ter cor branca, cabelo preto e conduzir um Fiat Uno Branco. Ele é acusado de abusar sexualmente de uma menina de 11 anos. De acordo com o registro feito na delegacia, a garota foi abordada perto da escola onde estuda, no bairro Santa Rita I, no dia 28 de março deste ano. O acusado obrigou a adolescente a entrar no carro e a manteve prisioneira durante meia hora, sob ameças. Após cometer o crime, abandonou a vítima.

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A polícia divulgou as imagens do veículo, gravadas por uma câmera de segurança e a imagem aproximada, com grau de semelhança estimado em 95%.


O segundo retrato falado ser refere a um caso registrado no final de 2018. Um homem de aproximadamente 50 anos, conduzindo um Peugeout 207 prata, ofereceu carona para uma adolescente que retornava da escola. De acordo com o relato da vítima, ele passou a ser inconveniente, tocando na garota. Ele teria dito que estava morando em Londrina há um ano e que era de São Paulo, apresentando-se pelo nome de José Carlos.  A vítima descreveu ainda que acredita estar sendo seguida pois viu o suspeito próximo da casa dela, recentemente.

Com a divulgação dos retratos falados, a polícia espera identificar e localizar os autores dos crimes. Se você viu o sabe ou tem qualquer informação que possa levar à prisão desses dois acusados, pode ligar para o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítima de Crimes (Nucria) de Londrina no telefone (43) 3325-6593. Também é possível denunciar casos de abuso contra crianças através do telefone 100.

 

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