Acusado de matar ator Rafael Miguel e seus pais fez documento falso no Paraná

Redação e Tarobá News


Paulo Cupertino, acusado de matar o ator Rafael Miguel e seus pais, em junho de 2019, falsificou o RG (carteira de identidade) em Jataizinho, na região norte do Paraná.

A cidade, que pode ter sido usada como fuga, tem pouco mais de 11 mil habitantes e fica a cerca de 25 quilômetros de Londrina.

ACUSADOR DE MATAR ATOR RAFAEL MIGUEL FALSIFICOU RG NO PARANÁ, DIZ POLÍCIA

De acordo com a PCPR (Polícia Civil do Paraná), mais informações sobre a falsificação do RG realizada por Paulo Cupertino em Jataizinho devem ser entregues nos próximos dias.

O Instituto de Identificação deve repassar informações de como foi realizado o procedimento de falsificação e se o acusado de matar o ator Rafael Miguel esteve presencialmente em Jataizinho.

De acordo com o delegado Vitor Dutra, a suspeita é que Paulo Cupertino tenha apresentado documentos falsos para um funcionário da Prefeitura para requerer a carteira de identidade.

No Paraná, o acusado de matar o ator Rafael Miguel e seus pais utilizou o nome ‘Manoel Machado da Silva’. Ele ainda é procurado pela polícia.

Em junho de 2020, o nome dele foi colocado na lista dos criminosos mais procurados pela Polícia de São Paulo.

ATOR E SEUS PAIS SÃO ASSASSINADOS EM SÃO PAULO

O ator Rafael Henrique Miguel, de 22 anos, e seus pais foram mortos a tiros no dia 9 de junho de 2019, no bairro Pedreira, em São Paulo, quando iriam visitar a namorada do artista.

Segundo o boletim registrado pela polícia, o ator, acompanhado de seus pais, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, 50, foram até a casa de sua namorada para conversar com o pai dela sobre o namoro.

Porém, quando as vítimas eram recepcionadas pela mãe e pela namorada de Rafael, o pai da garota, Paulo Cupertino, atirou contra as vítimas, que aguardavam no portão da casa. O ator e seus pais morreram no local.

Após os disparos, o suspeito fugiu e nunca mais foi visto. Dois amigos dele são acusados de ajudar na fuga. Segundo à polícia, quase 300 endereços foram verificados para tentar encontrá-lo, mas sem sucesso.

Foto: Reprodução Facebook
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