Audiência de confusão em supermercado da RMC que terminou em morte é marcada

Redação

Empresário acusado de matar funcionária de supermercado vira réu por homicídio

A audiência do caso do empresário acusado de matar uma funcionária de um supermercado após se recusar a usar máscara de proteção foi marcada para o dia 31 de julho, às 13h. Nesta fase, serão ouvidas testemunhas para corroborar a denúncia de homicídio contra Danir Garbossa.

Na decisão, a juíza Debora Cassiano Redmond, da Vara Criminal de Araucária, acatou o pedido da defesa para a produção de provas documentais pelo Hipermercado Condor e pela empresa que faz a segurança privada do local, que devem ser entregue em até 10 dias à Justiça.

Além disso, o Instituto de Criminalística deve elaborar um laudo complementar com a localização das câmeras de segurança. Por fim, foi solicitado que a PF (Polícia Federal) apresente informações sobre o segurança da loja, Wilhan Pinheiro Soares, envolvido na briga com o empresário.

EMPRESÁRIO VIRA RÉU POR HOMICÍDIO

No dia 19 de maio, o empresário Danir Garbosa virou réu por homicídio pela morte de Sandra Ribeiro, na época funcionária de um supermercado na cidade da Região Metropolitana de Curitiba.

Em sua decisão, a juíza afirmou que as imagens das câmeras de segurança (veja no final da matéria) e os relatos de testemunhas apontam que Garbossa tentou retirar a arma de Soares, causando o disparo fatal. O segurança apenas “procurou repelir injusta agressão se utilizando de meios necessários aplicados de forma moderada, efetuou o disparo”.

Por fim, a magistrada reforçou que mesmo após os dois disparos, Garbossa ainda tentou agredir Soares e roubar a arma do segurança. Wilhan Soares não havia sido denunciado pelo MPPR (Ministério Público do Paraná) e a decisão da juíza arquivou o processo contra o funcionário.

CONFUSÃO EM SUPERMERCADO DA GRANDE CURITIBA TERMINA COM MORTE DE FUNCIONÁRIA

Garbossa se recusou a utilizar uma máscara de proteção para entrar no supermercado em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, e após agredir um fiscal foi confrontado por um segurança.

Ambos entraram em confronto físico e dois disparos da arma do segurança foram realizados, um deles acertando o pescoço de Sandra, que faleceu ainda durante o atendimento médico.

Segundo o mercado, ela se aproximou da briga para prestar esclarecimentos sobre o uso da máscara ao cliente. A regra foi determinada por decreto e passou a ser lei.

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