Familiares e amigos se despedem do Cabo Ricieri, em Guarapuava

Após dias internado e lutando pela vida, o policial militar teve morte cerebral constatada no último sábado (23).

Redação - 25 de abril de 2022, 08:04

(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)

Familiares e amigos se despedem, na manhã desta segunda-feira (25), do Cabo Ricieri Chagas, que foi baleado durante uma tentativa de assalto em uma transportadora de valores em Guarapuava, no Centro do estado, semana passada. Após dias internado e lutando pela vida, o policial militar teve morte cerebral constatada no último sábado (23).

As homenagens ao policial morto em serviço tiveram início ainda no final de semana. O velório ocorre no 16º Batalhão de Polícia Militar, em Guarapuava. Às 10h, o cortejo deixa o local em direção ao Distrito da Palmeirinha, onde ocorrerá o sepultamento.

A Polícia Militar (PMPR) divulgou uma nota de pesar ainda no sábado, lamentando a morte do Cabo Ricieri, que ingressou na corporação em 1995. Do tempo dedicado à segurança pública, o policial atuou nos últimos 15 anos no Pelotão de Choque do 16º BPM.

Outros órgãos de segurança, como a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) também manifestaram pesar após a morte do Cabo Ricieri. O Governo do Paraná decretou luto oficial de três dias no estado.

“É com muito pesar que recebemos a confirmação da morte deste valente integrante da Polícia Militar do Paraná. O cabo Ricieri foi atingido enquanto defendia a população paranaense de um atentado violento e covarde. Faleceu à serviço da polícia e jamais será esquecido por esse ato de bravura. Meus sentimentos à família. Que Deus receba esse valoroso homem”, destacou o governador Ratinho Junior.

BUSCAS CONTINUAM, MAS QUADRILHA SEGUE FORAGIDA

As buscas à quadrilha que participou da ação criminosa em Guarapuava durante o domingo de Páscoa, semana passada, prosseguem nesta segunda-feira (25). Pelo menos 30 homens teriam atuado nos ataques à empresa Proforte e ao 16º Batalhão da PM, conforme a polícia.

Cerca de 260 policiais chegaram a participar das buscas, entre oficiais das polícias Civil, Militar e Científica, além do apoio federal com a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, a pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O patrulhamento ocorre nas áreas rural e urbana da região, por terra e também com o auxílio de aeronaves. A polícia também chegou a utilizar drones com sensor térmico, capazes de identificar calor humano em áreas de mata fechada. Apesar dos esforços, nenhum dos suspeitos foi localizado até o momento.

 

 

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