Caso Daniel: Edison Brittes fica em silêncio durante interrogatório à Justiça

William Bittar - CBN Curitiba

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Um dos interrogatórios mais aguardados no processo que apura a morte do jogador Daniel Corrêa Freitas, não aconteceu. Edison Brittes Júnior preferiu ficar em silêncio nesta quarta-feira (4) e não respondeu a nenhum dos questionamentos dos advogados de defesa, do Ministério Público do Paraná e da assistência de acusação.

Além dele, Ygor King e David Vollero Silva também preferiram ficar em silêncio e ficaram poucos minutos na sala de interrogatório.

O advogado de David e Ygor, Rodrigo Faucz afirmou que foi uma determinação dele para que os clientes ficassem em silêncio, já que Edison Brittes não falou.

“Eles optarem ficar com silêncio, por orientação minha, tendo em vista a necessidade de se ouvir primeiro o que Edison vai falar. Ficou bem provado, por todos que falaram até agora, que a participação deles é em relação as agressões. Por isso, a gente preferiu que eles ficassem em silêncio”, disse.

Antes deles, foram interrogadas Allana Brittes, filha de Edison, e Evellyn Perusso. Ambas responderam a alguns questionamentos sobre a morte de Daniel. Elas são as únicas, por enquanto, que respondem ao processo em liberdade.

Três dias foram reservados para o interrogatório dos réus, mas a previsão é de que essa fase do processo seja encerrada nesta quinta-feira (5).

Depois disso, abre-se o prazo para as alegações finais dos advogados de defesa, da assistência de acusação e do Ministério Público do Paraná para então a juíza Luciane Regina Martins de Paula decidir se os réus vão ou não a júri popular.

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