Caso Magó: um mês depois do crime, suspeito de assassinar bailarina é preso

O principal suspeito de assassinar a bailarina Maria Glória Poltronieri Borges foi preso nesta sexta-feira (28), em Apuc..

Redação - 28 de fevereiro de 2020, 10:16

Reprodução/Instagram
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O principal suspeito de assassinar a bailarina Maria Glória Poltronieri Borges foi preso nesta sexta-feira (28), em Apucarana, na região norte do Paraná. A prisão do homem, de 40 anos, aconteceu depois que o exame de DNA foi entregue para à polícia, nesta quinta-feira.

O confronto de material genético do suspeito deu positivo para a amostra retirada do corpo da bailaria, conhecida como Magó. Depois da prisão, na madrugada de hoje, o homem foi transferido para a Delegacia de Mandaguari, que investiga o caso.

Outros dois suspeitos do crime tiveram materiais genéticos coletados e enviados ao IML (Instituto Médico Legal) de Curitiba. No dia 19 de fevereiro, o delegado do caso, Zoroastro Nery, levou um dos suspeitos até o local do crime.

Um laudo divulgado pelo IML de Maringá confirmou que a bailarina sofreu violência sexual.

CASO MAGÓ: BAILARINA FOI ENCONTRADA MORTA EM MATAGAL DE MANDAGUARI

O corpo da bailarina, de 25 anos, foi encontrado no dia 26 de janeiro, em um matagal, próximo a uma cachoeira, em Mandaguari, que fica na Região Metropolitana de Maringá. A jovem era estudante universitária e atuava profissionalmente na dança desde 2008 com técnicas de ballet clássico e a dança contemporânea.

Um laudo entregue à Polícia Civil indica que Magó foi estrangulada. Além disso, foram encontrados hematomas e escoriações, o que indica que a bailarina lutou contra o agressor ou contra o grupo de agressores.