Ex-marido e outros três réus vão a júri popular por morte de gerente de banco

Redação

antônio henrique dos santos, ex-pm, preso, assassinato, homicício, feminicídio, esposa, ex-esposa, gerente da caixa, capão raso, curitiba, seguro de vida, guarda da filha, tonhão, ex-pm

O ex-policial militar Antônio Henrique dos Santos, acusado de mandar matar a sua ex-esposa, Tatiana Lorenzetti, vai a júri popular acusado de feminicídio qualificado por motivo torpe.

Também serão julgados outros três homens acusados de envolvimento na negociação e execução do crime, em dezembro de 2020, em frente a uma agência da Caixa Econômica no bairro Capão Raso, em Curitiba.

Todos os réus estão presos preventivamente. O homem apontado como o atirador que matou Tatiana Lorenzetti foi morto em confronto com a Polícia Militar no mesmo dia do crime.

Segundo o Ministério Público, Antônio Henrique dos Santos encomendou a morte da ex-esposa, que era gerente de banco, por R$ 25 mil. A motivação seria a guarda da filha, beneficiária do seguro de vida feito por Tatiana.

Conforme as investigações da Polícia Civil, Antônio teria planejado o crime por três anos.

A data do júri popular ainda não foi marcada pela Justiça. A defesa dos acusados não foi encontrada.

EX-PM É PRESO SUSPEITO DE ORQUESTRAR ASSASSINATO DA EX-ESPOSA

Tatiana Lorenzetti, de 40 anos, foi assassinada com um tiro na cabeça no dia 28 de dezembro de 2020, em frente à agência da Caixa Econômica Federal na qual trabalhava, no bairro Capão Raso, em Curitiba.

Conforme informações da Polícia Militar do Paraná, por cerca de meia hora, o assassino aguardou a saída de Tatiana Lorenzetti nas proximidades do estacionamento da agência, localizado na Rua Desembargador Ernani Guaritá Cartaxo.

Quando a vítima saiu para o horário de almoço, ela foi em direção ao carro e foi surpreendida pelo homem. Ele tomou a bolsa da mulher, simulando um assalto, e disparou um tiro fatal na cabeça da vítima. Cercado pela PM minutos depois, ele foi morto em confronto.

Em nota, a Caixa lamentou o falecimento da funcionária e prestou solidariedade à família, afirmando que prestou toda a assistência necessária.

Previous ArticleNext Article
[post_explorer post_id="796147" target="#post-wrapper" type="infinite" loader="standard" scroll_distance="0" taxonomy="category" transition="fade:350" scroll="false:0:0"]