Chega ao fim a rebelião na cadeia de Ibaiti com fuga de 28 presos

Andreza Rossini


Chegou ao fim a rebelião em uma cadeia de Ibaiti, no norte pioneiro do Paraná, que durou mais de 12 horas.

A rebelião teve início na noite desta terça-feira (14) e chegou ao fim às 9h desta quarta-feira (15). Segundo a Polícia Civil, os presos informaram que haviam dois reféns, mas apenas um agente penitenciário foi liberado e rebelião encerrada. Ele teve ferimentos leves e foi encaminhado ao hospital.

Por causa dos danos provocados pelos presos, 33 detentos serão transferidos para uma unidade prisional em Cornélio Procópio – os demais permanecerão em Ibaiti. De acordo com a contagem dos presos, 28 detentos fugiram. Equipes de segurança fazem buscas na região para encontrar os fugitivos.

De acordo com a polícia, dois presos foram recapturados na cidade de Ventania.

Uma viatura da polícia foi incendiada e outra foi danificada. A cadeia tem capacidade para 30 internos, mas abrigava 161 detentos.

A rebelião

Duas pessoas foram feitas reféns durante a rebelião. A porta da delegacia foi atingida por um “coquetel molotov” e provocou um incêndio na entrada da cadeia. Um carcereiro e um detento foram rendidos pelos presos rebelados.

Veja na íntegra a nota da polícia: 

A Direção da Polícia Civil do Paraná informa que 28 presos conseguiram fugir após uma rebelião na cadeia de Ibaiti. Eles estão sendo procurados pelas forças de segurança do Estado. No momento do motim havia 161 detentos custodiados.

Por causa dos danos provocados pelos presos, 33 detentos serão transferidos para uma unidade prisional em Cornélio Procópio – os demais permanecerão em Ibaiti.

A rebelião acabou por volta de 9h depois da negociação feita pelos policiais militares, que são especializados em situações de motim. Um agente de cadeia que estava sendo feito refém foi liberado. Ele sofreu ferimentos leves e foi encaminhado, por precaução, para um hospital. Inicialmente a informação era que havia dois reféns, mas somente o agente de cadeia estava com os detentos.

Policiais civis e militares entraram na carceragem para avaliar os estragos e fazer a contagem dos presos.

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