Coronavírus chega a 18 mortes no Brasil

Redação

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coronavírus já causou 18 mortes no Brasil, sendo 15 em São Paulo e três no Rio de Janeiro. Por enquanto, os outros estados ainda não registram nenhum óbito. Contudo, a única unidade federativa sem caso confirmado da doença é Roraima.

Os números foram atualizados neste sábado (21) pela Secretaria de Saúde de São Paulo. Durante a coletiva, o governador João Dória também determinou a quarentena do estado por 15 dias. A medida, que obriga restaurantes, bares e lanchonetes a fecharem, vale a partir da próxima terça-feira (24) até o dia 7 de abril.

São Paulo é o estado com a situação mais crítica: são mais de 9 mil casos suspeitos e 34 pessoas confirmadas com o COVID-19 estão na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

CASO DE CORONAVÍRUS DEIXA MÉDICO EM ESTADO GRAVE

Segundo o último boletim da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), divulgado ontem (20), o Paraná está com 36 casos confirmados, 202 suspeitos e 137 descartados.

Contudo, a Secretaria Municipal de Curitiba já atualizou, neste sábado (21), os casos confirmados de coronavírus para 29, dois a mais que no boletim da Sesa.

Além disso, a capital do Paraná também apresenta 292 casos suspeitos e 120 descartados.

Por enquanto, apenas um está em estado grave. O médico Jamal Munir Bark segue internado no Hospital Marcelino Champagnat. Conforme o hospital, ele foi internado na quinta-feira (19) com quadro de insuficiência respiratória aguda. Ele está isolado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e respira com a ajuda de aparelhos.

“A provável fonte de infecção foi uma colega de trabalho. Logo no início de março, este outro profissional retornou de São Paulo e apresentou sintomas leves”, explicou a infectologista da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, Marion Burger.

Além disso, os funcionários e pacientes que tiveram contato direto com o médico serão observados pelas equipes de vigilância para constatar, ou não, o COVID-19.

“Estamos nos preparando para essa situação grave que virá. Todos nós somos responsáveis pelo que vai acontecer. Pedimos que todos, fazendo parte ou não do grupo de risco, respeitem a situação mundial que vivemos. É muito grave e preocupante”, frisou Burger.

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