Corpo de menina desaparecida é encontrado enterrado na casa da família

Fernando Garcel

paraná Eduarda Shigematsu

O corpo da menina Eduarda Shigematsu, de apenas 11 anos, foi enterrado na manhã desta segunda-feira (29), no cemitério de Rolândia, município da região metropolitana de Londrina, no Norte do Paraná. O corpo foi encontrado enterrado em um imóvel da famíia na tarde de domingo (28) após uma denúncia anônima.

Segundo o delegado da Polícia Civil (PC) Ricardo Jorge, a menina estava com pés e mãos amarrados, com uma camiseta e um saco plástico no rosto. Ela estava desaparecida desde a última quarta-feira (24).

O corpo de Eduarda foi enterrado nesta segunda-feira (29) │ Foto: Andelson Moro / Colaboração TV Tarobá

O principal suspeito, o pai de Eduarda, Ricardo Seide, foi preso em flagrante por ocultação de cadáver. Em depoimento, ele confessou ter enterrado o corpo, mas nega que a tenha matado. Segundo a polícia, ele afirma que encontrou Eduarda morta dentro da casa que ela morava com a avó paterna. Ela teria, segundo a versão do pai, se enforcado no quarto. A avó e a mãe da menina também foram ouvidas.

“Encontramos uma carta dentro de uma gaveta, supostamente escrita pela Eduarda, contando que ela estava descontente com a relação com a avó. Temos informações que a avó sabia, desde o início que Eduarda estava morta e mesmo assim fez o B.O”, explica o delegado.

Durante as investigações, foram usadas imagens de câmeras de segurança de imóveis próximos. Segundo o delegado, é possível ver que a amenina chegou em casa 11h50 do dia 24 de abril e depois não é possível ver a garota saindo do imóvel.

“O pai sai por volta das 13h30 da casa com o carro. Pouco tempo depois, ele estaciona o veículo na residência onde o corpo foi encontrado. Ele confessou a ocultação do cadáver, mas não confessou o homicídio”, conta o delegado.

De acordo com o IML de Londrina, apenas exames detalhados poderão confirmar se é mesmo Eduarda, já que o cadáver já estava em adiantado estado de decomposição e a menina ainda não tinha RG, o que dificulta a identificação pelas digitais.

Com informações da TV Tarobá

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