Covid-19: Curitiba confirma 140 mortes e 4.285 casos, aponta boletim da SMS

Vinicius Cordeiro

curitiba bandeira laranja restrições covid-19

Curitiba confirmou mais sete mortes e 86 casos de covid-19 neste domingo (28), aponta o boletim da SMS (Secretaria Municipal da Saúde). Com isso, a capital paranaense chega a 140 óbitos e 4.285 contaminados pelo novo coronavírus.

Além disso, a cidade ainda tem 498 casos em investigação, que aguardam resultado de exames. 2.901 casos já foram descartados desde a primeira confirmação da doença, registrada no dia 11 de março.

De acordo com a prefeitura de Curitiba, as sete vítimas são duas mulheres, de 75 e 90 anos, e cinco homens, entre 55 e 87 anos. Todas as vítimas tinham doenças preexistentes e estavam internadas em diferentes hospitais. Das sete vítimas, seis foram registradas nas últimas 24 horas – a outra morte aconteceu no dia 25 de junho.

Além das 140 mortes confirmadas por covid, a prefeitura também diz que 434 óbitos tiveram a infecção descartada e outros 15 ainda estão sob suspeita.

INTERNAÇÕES

Curitiba tem hoje 343 pacientes confirmados com Covid-19, sendo que 118 deles estão em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva).

A taxa de ocupação das UTIs do SUS (rede pública) exclusivas para o coronavírus é de 81%. Contudo, a prefeitura ressalta que qualquer pessoa internada com sintomas suspeitos de síndromes respiratórias agudas graves ocupam esses leitos.

COVID-19 EM CURITIBA: BOLETIM DA SECRETARIA

  • 140 mortes;
  • 4.285 casos;
  • 2.901 descartados;
  • 2.531 liberados do isolamento;
  • 498 em investigação.

BANDEIRA LARANJA

Curitiba está sob o “decreto da bandeira laranja” desde o dia 13 de junho. O esquema de bandeiras foi feito pela Secretaria de Saúde para servir de alerta à população bem como restringir ou flexibilizar atividades. Neste momento, Curitiba e Região Metropolitana contam com as regras de um decreto do governo do Paraná feito especificamente sobre as atividades comerciais.

Os shoppings centers devem funcionar das 12h às 20h, de segunda a sexta-feira. Já o comércio de rua pode abrir as portas das 10h às 16h, inclusive aos finais de semana.

A medida visava controlar o fluxo de pessoas no transporte coletivo, mas a própria secretária de Saúde, Márcia Huçulak, disse que o decreto não surtiu efeito pois os comerciantes não adaptaram o horário de trabalho dos funcionários. Na visão da prefeitura, isso não diminui as aglomerações no transporte coletivo nos horários de pico e dificulta o combate à covid.

Previous ArticleNext Article