Curitiba amplia decreto da bandeira laranja por mais uma semana

Redação

Curitiba amplia decreto da bandeira laranja por mais uma semana

A Prefeitura de Curitiba ampliou nesta segunda-feira (10) por mais uma semana as normas do decreto da bandeira laranja para o funcionamento de comércios e serviços na capital paranaense.

Esses protocolos fazem partes das medidas de segurança tomadas pela Prefeitura de Curitiba para enfrentar a pandemia da Covid-19.

O Decreto Municipal 1.045 começa a valer a partir desta terça-feira (11) e terá validade até o dia 17 de agosto.

Desde o dia 13 de junho a capital paranaense está sob as normas da bandeira de laranja, não entrando em nenhum momento nas medidas mais severas da bandeira vermelha.

Confira abaixo as determinações do Decreto nº 1.045 da Prefeitura de Curitiba:

PROIBIDOS

  • Atividades de entretenimento como casas de show, festas, teatro, cinemas, circos e afins;
  • Bares;
  • Parques e praças esportivas;
  • Atividades físicas aquáticas;

LIBERADOS COM RESTRIÇÃO

  • Comércio de rua não essencial com funcionamento das 10h às 20h de segunda à sexta-feira e apenas com delivery aos finais de semana;
  • Shoppings com funcionamento das 12h às 22h de segunda à sexta-feira e apenas com delivery aos finais de semana;
  • Galeriais e centros comerciais com funcionamento das 10h às 18h de segunda à sexta-feira e apenas com delivery aos finais de semana;
  • Restaurantes e lanchonetes com funcionamento até às 22h de segunda a sábado e apenas com delivery ou drive-thru aos domingos;
  • Mercados e supermercados com funcionamento de segunda a sábado, sem restrição de horário;
  • Padarias com funcionamento até às 22h de segunda a sábado e das 7h às 18h aos domingos, mas sem consumo no local;
  • Feiras livres de segunda à sexta-feira, sem restrição de horário.

REDUÇÃO NA CAPACIDADE

  • Hotéis e serviços de hospedagem;
  • Empresas de callcenter e telemarketing com atividades presenciais.

O Decreto nº 940 ainda prevê que os ônibus do transporte público sigam com funcionamento de lotação máxima de 50% e os procedimentos cirúrgicos eletivos permaneçam suspensos.

Esse último item não se aplica a procedimentos urgentes como cardiologia, oftalmologia, oncologia, nefrologia e exames considerados essenciais pelo médico responsável.

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