Curitiba e região têm o pior nível de água nos reservatórios desde maio

Redação

Consumo de água apresentou redução de 14% em Curitiba e Região Metropolitana

O nível de água disponível nos reservatórios de Curitiba e Região Metropolitana atingiu o pior índice desde maio, conforme dados da Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná). A taxa está em 26,92%, praticamente dois pontos percentuais a menos que na segunda quinzena de outubro.

Caso o índice alcance a marca de 25%, a Sanepar irá endurecer o rodízio, iniciado em agosto. No atual cenário, Curitiba e municípios da Região Metropolitana ficam com água por 36 horas e depois passam mais 36 horas sem abastecimento.

O próximo passo é que a população fique dois dias sem água a cada 24 horas de abastecimento. De acordo com a estimativa da principal empresa de saneamento feito a partir da previsão de chuvas do Simepar (Sistema Meteorológico do Paraná), as chuvas devem seguir esparsas até o fim do verão.

“Tivemos um pouco de chuva, mas insuficiente para que a gente consiga adotar medidas mais brandas. Infelizmente hoje estamos mais próximos do 25% do que da saída do rodízio atual”, afirmou o diretor de comunicação da Sanepar, Hudson José, à rádio BandNews Curitiba.

RESERVATÓRIOS DE ÁGUA EM CURITIBA E REGIÃO METROPOLITANA

O reservatório com situação mais crítica é a barragem do Iraí, que tem apenas 15,53% da capacidade neste momento. As barragens de Piraquara I e II têm taxas de 25,43% e 41,94%, respectivamente, enquanto a barragem do Passaúna está com 34,92%.

A tabela pode ser conferida no site da Sanepar.

(Reprodução)

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