Curitiba registra primeiro caso de febre chikungunya da temporada

Redação

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O novo boletim semanal com dados da dengue, divulgado semanalmente pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), confirmou o primeiro caso de febre chikungunya em Curitiba. Assim como a dengue e o zika, a doença é transmitida pelo Aedes aegypti. Ao todo, são cinco registros de chikungunya no Paraná (Curitiba, Araucária, Foz do Iguaçu, Maringá e Toledo). Todos os casos são importados de outras cidades.

Os números divulgados nesta terça-feira (19) consideram os dados coletados entre os dias 28 de julho e 16 de novembro deste ano.

Além disso, o novo boletim da Sesa aponta para 205 novos casos confirmados e dengue. Em uma semana, conforme as autoridades da Saúde, as confirmações saltaram de 1.029 para 1.234. O avanço foi de 19,9% em sete dias.

Na maioria dos casos (72,7%) a infecção é autóctone. Ou seja, 898 pessoas contraíram o vírus da dengue no próprio município onde residem. Ao todo, no Paraná, as notificações ultrapassam a marca de 10 mil — dos quais 5.851 já foram descartadas e 2.920 ainda são investigadas.

AEDES AEGYPTI: DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS

Três das principais doenças epidemiológicas monitoradas em Curitiba e no Paraná tem um mesmo vetor. O mosquito Aedes aegypti é o responsável pela transmissão tanto da dengue, quanto da febre chikungunya e o zika vírus.

Por isso, estar atento para evitar os criadouros do mosquito é fundamental para o controle das epidemias. O secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto, faz uma pelo para que a população ajuda no combate ao mosquito.

“São números preocupantes e o Paraná segue reforçando a orientação para que toda a população verifique e elimine os possíveis locais de formação de focos do mosquito transmissor da dengue: o Aedes Aegypti”, afirmou.

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