Grande Curitiba e Litoral
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Curitiba pode ter faixa exclusiva para motos

Uma proposta do vereador Cacá Pereira (PSDC), da Câmara de Curitiba, pretende criar uma faixa exclusiva para a parada de..

Andreza Rossini - 06 de março de 2017, 15:03

Uma proposta do vereador Cacá Pereira (PSDC), da Câmara de Curitiba, pretende criar uma faixa exclusiva para a parada de motocicletas entre a faixa de pedestres e os veículos, na capital.

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De acordo com o texto, a "moto faixa exclusiva" deve ser identificada por sinalização horizontal, com pintura visível de uma motocicleta.

De acordo com autor, a medida vai trazer mais “fluidez” ao trânsito e vai garantir mais segurança aos motociclistas, já que terão “exclusividade de largada nos sinaleiros”, o que pode diminuir os conflitos entre os condutores de veículos e das motos.

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"Acreditamos que a proposta vai diminuir o número de acidentes envolvendo motos, ciclistas e pedestres nos cruzamentos e, ao mesmo tempo, disciplina o trânsito em Curitiba. A nossa ideia tomou por base medida semelhante já adotada em Barcelona, Espanha, e em alguns municípios de São Paulo, onde índices mostram a redução significativa dos acidentes envolvendo motocicletas, depois da implantação da sinalização especia”, justifica Cacá Pereira.

De acordo com o projeto, o espaço deve ficar entre a faixa e o limite para os carros, medindo entre 2,5 m a 3 m.  Caso aprovada e sancionada a lei, cabe ao Executivo a regulamentação, entrando em vigor a partir de sua publicação.

Reapresentação

Esta proposição tramitou na legislatura passada, quando foi apresentada pelo vereador Chico do Uberaba (005.00364.2013), mas foi arquivada pela Comissão de Legislação. A proposta de lei foi lida no pequeno expediente do dia 1º de fevereiro e atualmente está em análise pela Comissão de Legislação. Durante o trâmite pelos colegiados, podem ser solicitados estudos adicionais, juntada de documentos faltantes, revisões no texto ou o posicionamento de outros órgãos públicos afetados pelo teor do projeto. Depois de passar pelas comissões, o projeto segue para o plenário e, se aprovado, para sanção do prefeito para virar lei.