Incra é ocupado por integrantes do MST em Curitiba

Narley Resende


Cerca de mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), de todas as regiões do Paraná, ocupam o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) desde a manhã desta segunda-feira (5). A mobilização faz parte da Jornada Nacional de Lutas Unitária dos Trabalhadores e Povos do Campo, das Águas e das Florestas.

De acordo com o movimento, em todos os estados, as atividades e ações ocorrem “em resistência ao golpe de Estado ocorrido no país, ao mesmo tempo em que denuncia a ameaça à soberania nacional, a criminalização dos povos indígenas, quilombolas e mulheres, e a paralisação de diversas políticas públicas, tais como a reforma agrária, Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), Assessoria Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária (ATES), Terra forte, Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa Minha Casa Minha Vida”.

Em nota, o MST afirma que os camponeses “temem o retrocesso nos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, já que a desvalorização dessas políticas pode estimular o êxodo rural, inchar os perímetros urbanos, gerando miséria e degradação humana”. Não há data para desocupação do espaço.

Jornada Nacional

Metalúrgicos de Curitiba e região metropolitana realizam manifestações na manhã desta segunda-feira (5), como parte da campanha “Cortar direitos não gera emprego! Retomada econômica já!”. O objetivo é formar uma frente de atuação para pressionar o governo a adotar medidas que acelerem a economia e retomem o emprego. Um ato que deve reunir outras categorias será realizado às 10 horas, na Boca Maldita, Centro de Curitiba.

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