PR tem a quinta maior média de acidentes em BR

Metro Jornal Curitiba


Apesar de leve melhora de 2016 para 2017, o Paraná segue entre os estados com maior média de acidentes a cada mil quilômetros de rodovias federais (ver arte), segundo o Atlas da Acidentalidade no Transporte 2018, editado pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito em parceria com a PRF (Polícia Rodoviária Federal). Em números absolutos, os acidentes caíram de 11.032 para 10.655 e as mortes de 652 para 613, seguindo uma tendência nacional.

O diagnóstico completo das BRs pelo país também apontou os seis piores trechos de 10 km através de um índice de periculosidade, que leva em conta não só o número de acidentes e a gravidade de cada um, mas todos os envolvidos – ilesos, vítimas leves, vítimas graves e mortos.

Neste ranking está um trecho urbano da BR-376 em Maringá, que teve praticamente um acidente por dia e seis mortes no ano passado (leia box ao lado). Outros dois ficam perto de Florianópolis, sendo o mais perigoso de todos na BR-101 (ver arte).

Segundo o Atlas, a principal causa das mortes nas BRs em todos os estados no ano passado foi a falta de atenção, assim como no pior trecho do PR nesse quesito, em Campo Largo, na RMC. Foram 14 mortes em 74 acidentes entre os kms 118 e 127 da BR-277. Dez dessas mortes foram no contorno da cidade, administrado pela concessionária CCR RodoNorte, e quatro no antigo trecho da BR que passa dentro da cidade e tem parte da mesma quilometragem.

Segundo a RodoNorte, seis das dez mortes foram em um mesmo acidente, em maio, no qual o Ministério Público concluiu inquérito indiciando o condutor de um caminhão como o causador da colisão com outros oito veículos. “Em 2018 existe uma redução significativa dos óbitos, na ordem de 70%, nesta região”, diz nota. No www.atlasacidentesnotransporte.com.br o motorista localiza os trechos perigosos de sua viagem em “Trace sua Rota”

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