Servidores municipais de Curitiba entram em greve a partir do dia 18

Andreza Rossini


O Sismuc (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba) aprovou em assembleia a realização de uma greve a partir do dia 18 de abril.

A paralisação é contra o pacote fiscal do prefeito Rafael Greca (PMN), que enviou projetos de lei à Câmara Municipal congelam os salários dos municipais até novembro e retira de R$ 600 milhões do fundo de previdência.

Nesta semana o sindicato fará reuniões de mobilização nos locais de trabalho. O Sismuc representa funcionários dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Centros de Referência de Assistência Social (Cras), entre outros.

Pacote fiscal

As duas medidas com maior impacto financeiro são as mudanças no Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC) e a suspensão dos planos de carreira.

Com o IPMC, o Executivo receberá R$ 600 milhões em uma devolução imediata, valor que servirá para fazer os repasses devidos ao instituto durante o ano, desafogando o caixa municipal. Já o plano de carreira dos professores desobrigaria gastos de mais de R$ 20 milhões ao mês, segundo Pier. Já a criação de uma taxa de lixo para imóveis isentos exigirá um período de 90 dias para entrar em vigor, por uma exigência legal. As mudanças de alíquotas do ISS e ITBI, porém, têm efeito imediato.

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