Regulamentação de serviços de day care para pets avança na Câmara de Curitiba

Redação

Regulamentação de serviços de day care para pets avança na Câmara de Curitiba

Os prestadores de serviços de day care para pets estão perto de terem sua atividade regulamentada pela Câmara Municipal de Curitiba.

Nesta segunda-feira (29) foi aprovado em primeiro turno pelos vereadores de Curitiba o projeto de lei que permite a esses serviços e clientes maior segurança.

O projeto é de autoria da vereadora Katia Dittrich (SD) que justifica a proposta pela informalidade que o setor atua, sem ter qualquer topo de registro junto à Prefeitura e fiscalização pelo poder público.

“O projeto vai beneficiar os animais, seus tutores e os estabelecimentos, que agora saberão quais são os parâmetros e requisitos a serem seguidos”, explicou Dittrich.

O serviço de day care funciona como uma espécie de creche para os animais domésticos, enquanto os de hospedagem recebem os pets por pelo menos um pernoite.

A proposta prevê que esses locais devam estabelecer aos animais domésticos condições adequadas de segurança e higiene, água fresca disponível, circuito interno de videomonitoramento e corpo de funcionários responsáveis por esses serviços.

Dittrich explicou que reclamações de usuários desses serviços a levaram a propor a matéria, que foi aprovada de unânime com 30 votos na sessão plenária.

MULTA POR USO DE CEROL SEGUE PARA SANÇÃO DE GRECA

Também foi pauta da sessão plenária desta segunda-feira a votação em segundo turno do projeto que prevê multa de R$ 2 mil pelo uso de cerol e linha chilena em Curitiba.

A proposta foi aprovada e segue para a sanção do prefeito de Curitiba, Rafael Greca.

Caso a proposta seja aprovada, qualquer material apreendido será destruído em sequência e a pessoa que portar o equipamento será multada, sendo que em caso de reincidência a penalização será dobrada.

“Tivemos 3 ocorrências até o mês de março e saltamos para 500 até a metade deste mês. É um fio que parece inocente, mas causa acidentes gravíssimos, podendo levar à morte é uma arma em potencial escondida em um fio. Pipa é brincadeira, cerol é crime”, pontuou a autora do projeto, vereadora Fabiane Rosa (PSD).

Rosa ainda lamentou as críticas que recebeu de empresários do setor e esclareceu que não quer proibir o uso de pipas, mas sim a utilização de materiais cortantes nesses jogos.

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