Casos de dengue crescem 18% na semana e passam dos 50 mil no Paraná

Redação

Secretaria aponta queda da incidência de dengue no Paraná

A dengue segue avançando pelo Paraná. Somente na última semana, os casos da doença cresceram 18%, totalizando 52.652 ocorrências. Ainda de acordo com as informações do boletim epidemiológico da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), os óbitos por essa moléstia subiram de 30 para 37.

Dos sete óbitos, cinco foram apenas em Maringá. Santa Cruz do Monte Castelo (região noroeste) e Barbosa Ferraz (região centro-oeste) também registraram mortes por dengue na última semana.

Ao todo 124 municípios do Paraná estão em situação de epidemia (18 a mais do que na última semana) e outras 50 cidades estão em situação de alerta (elevação de três cidades).

Para tentar combater a doença no estado, o Governo do Paraná irá liberar mais R$ 764 mil para a compra de insumos para o controle do vetor da dengue. Anteriormente já haviam sido disponibilizados R$ 3,30 milhões em investimentos. A expectativa é de atendimento em 153 cidades do estado.

“Com este trabalho conseguimos diminuir substancialmente os índices de focos e infestação nos municípios de Nova Cantu, Quinta do Sol e Florestópolis e vamos replicar a atividade. Mas, a ação técnica é uma das frentes de combate, nossa principal orientação é para que a população participe e também faça a remoção de criadouros, fazendo uma limpeza geral nos quintais e terrenos, eliminando locais que possam acumular água parada e abrigar focos do mosquito”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO CONTRA A DENGUE

Os principais cuidados para evitar os focos de proliferação do mosquito Aedes Aegypti são evitar água acumulada em superfícies. Dessa forma, tampar caixas d’água, limpar calhas, manter garrafas com a boca para baixo, não deixar água nos vasos de plantas são métodos eficazes para o controle da doença.

Os principais sintomas da dengue são febre alta e de forma súbita, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náuseas, tontura e extremo cansaço. Se a doença não foi tratada, pode evoluir rapidamente para dores abdominais fortes e contínuas, vômitos, palidez, sangramentos pelo nariz, boca e gengivas.

Previous ArticleNext Article