Enfermeira atropelada na Avenida do Batel deixa a UTI do Hospital do Trabalhador

William Bittar - CBN Curitiba


A última vítima do atropelamento causado por Leonardo de Magalhães Fonseca, de 22 anos, no dia sete de julho, na Avenida do Batel, em Curitiba, recebeu alta da UTI do Hospital do Trabalhador. A enfermeira Adriane Aparecida Melnik, de 38 anos, deixou a Unidade de Terapia Intensiva e foi transferida para o Hospital Cruz Vermelha, a pedido da própria família, segundo a Secretaria de Saúde do Paraná.

Adriane ficou 13 dias na UTI e nesse tempo precisou fazer duas cirurgias. Ela é tia da pequena Laura de Souza, de 8 anos, que também foi vítima do atropelamento e também já deixou a UTI do Hospital Pequeno Príncipe, onde continua internada, mas, segundo a assessoria do hospital, está respirando sem ajuda de aparelhos, está consciente, conversando e lembrando de tudo.

Uma senhora, de 88 anos, também foi vítima do atropelamento, mas foi atendida e recebeu alta no mesmo dia do acidente.

O autor do atropelamento está usando tornozeleira eletrônica e estava com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa desde 2016 e não poderia estar conduzindo a moto.

A mãe de Leonardo, Ângela Maria Brockveld, deve se pronunciar nesta terça-feira (24), em uma entrevista coletiva, acompanhada da advogada, Louise Mattar Assad.

Segundo a assessoria do escritório de advocacia, “o posicionamento da família e da advogada é de que o jovem Leonardo, desde o primeiro momento, assumiu o erro e vai arcar com as consequências do acidente”.

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