Febre amarela preocupa e 12 áreas de conservação do Paraná fecham até o final do verão

Por precaução à febre amarela, a Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) d..

Vinicius Cordeiro - 07 de fevereiro de 2019, 17:26

Parque Estadual Pico Paraná abriga topo do Estado e do sul do País.
Foto: SEMA
Parque Estadual Pico Paraná abriga topo do Estado e do sul do País. Foto: SEMA

Por precaução à febre amarela, a Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) definiu, nesta quinta-feira (7), o fechamento das Unidades de Conservação do Litoral Paranaense e Vale do Ribeira até o fim de março.

Foi levado em conta a morte de quatro macacos na região de Antonina, cidade que decretou situação de emergência em razão do surto da doença.

A recomendação é que toda a população entre 9 meses e 59 anos tome a vacina, principalmente as pessoas que moram em comunidades ao redor de áreas de mata e aquelas que pretender visitar as praias paranaenses. Já os pesquisadores que atuam nessas áreas poderão agendar as incursões, mas devem estar vacinados e apresentar a carteira de vacinação para ter a autorização de pesquisa.

Entretanto, o prazo do fechamento pode ser ajustado pela condição climática. O frio dificulta a propagação do mosquito, ou seja, é possível que as unidades sejam reabertas com temperaturas mais baixas.

Confira os 12 locais:

- Parque Estadual do Boguaçu

- Parque Estadual Pico Paraná

- Parque Estadual Roberto Ribas Lange

- Parque Estadual do Palmito

- Parque Estadual da Graciosa

- Parque Estadual do Pau Oco

- Parque Estadual Rio da Onça

- Parque Estadual Serra da Baitaca

- Caminho do Itupava

- Parque Estadual Pico do Marumbi

- Parque Estadual das Lauráceas

- Parque Estadual Campinhos