Em Curitiba, usuários do transporte coletivo enfrentam dificuldades para voltar para casa

Fernando Garcel


 

Pessoas que dependem de ônibus estão enfrentando dificuldades para embarcar em estações-tubo em Curitiba na noite desta quarta-feira (23).

Na tarde de hoje, a Urbs, empresa que controla o sistema de transporte coletivo de Curitiba, declarou que haveria redução da frota. Na sequência, o prefeito Rafael Greca desmentiu a informação e determinou que as empresas checassem os estoques de combustíveis disponíveis nas distribuidoras e nas dez garagens das empresas que fornecem veículos para o transporte coletivo de Curitiba antes que haja a redução

Urbs confirma redução de frota por falta de combustíveis; Greca nega

Em nota, o Sindicato das Empresas de ônibus de Curitiba e região informou que “as operadoras vão cumprir o pedido do prefeito e seguem em contato direto com o poder público em busca de soluções para o problema da falta de combustíveis”

Na região metropolitana

A Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec) declarou a adoção de medidas para garantir a continuidade dos serviços de transporte coletivo na região durante a paralisação dos caminhoneiros que incluía a frota reduzida a partir de quinta-feira (24). Em nota, a orientação era que os usuários deveriam se programar com antecedência para evitar transtornos.

No início da noite, a decisão foi revista por determinação da governadora Cida Borghetti e as linhas devem funcionar normalmente.

Sistema

O sistema metropolitano atende 19 municípios, 205 linhas entre integradas com terminais de Curitiba, com ligação direta e alimentadoras. São transportadas, diariamente, aproximadamente 455.000 pessoas, sendo que 270.000 são passageiros equivalentes, aqueles que pagam a tarifa para o sistema metropolitano.

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