Justiça determina prisão preventiva para seis acusados por morte de Daniel

Andreza Rossini


A Justiça determinou, nesta quinta-feira (29), que a prisão dos seis presos acusados de envolvimento na morte do ex-jogador Daniel Corrêa Freitas sejam alteradas de temporárias para preventivas, quando não há prazo para soltura.

O pedido foi feito no início desta semana pelo Ministério Público.

Em nota, a defesa técnica da Família Brittes informou que o fato de existir uma denunciada em liberdade faz crescer ainda mais a razão de Cristiana e Allana responderem em liberdade.

Confira quem são os réus e quais crimes são imputados a cada um. Entre os sete, a única que não está presa é Evellyn Peruso, que é réu por crimes com penas brandas.

  • Edison Brittes Júnior – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de adolescente e coação no curso do processo;
  • Cristiana Brittes – homicídio qualificado por motivo torpe, coação do curso de processo, fraude processual e corrupção de adolescente;
  • Allana Brittes – coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de adolescente;
  • Eduardo da Silva – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de adolescente;
  • Ygor King – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de adolescente;
  • David Willian Vollero da Silva – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de adolescente e denunciação caluniosa;
  • Evellyn Brisola Perusso – denunciação caluniosa, fraude processual, corrupção de adolescente e falso testemunho.

RELEMBRE O CASO

Daniel foi encontrado mutilado, na Colônia Mergulhão, área rural de São José dos Pinhais, no dia 27 de outubro. O ex-jogador foi mutilado e teve o pênis cortado e pendurado em uma árvore.

O crime ocorreu após o aniversário de 18 anos da filha do casal, Cristiana e Edison, Allana Brittes. A festa começou em uma balada de Curitiba, no dia 26 de outubro, e seguiu para casa de Allana, onde começaram as agressões ao ex-jogador.

Edison afirma que ele estava no quarto tentando estuprar Cristiana. O delegado responsável pelo caso, Amadeu Trevizan, já declarou que a família Brittes mentiu nos depoimentos e que teriam formulado uma história.

 

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