Leonardo Da Vinci inspira educadores a melhorar aulas no Brasil

Redação

Da Vinci - educadores - Curitiba

O professor enfrenta diversos desafios para lecionar nas salas de aula do Brasil. Mas cerca de 600 educadores se reuniram em Curitiba para analisar como a criatividade pode fortalecer o vínculo com os estudantes, tendo como exemplo o artista italiano Leonardo Da Vinci.

“Todas as pessoas, em específico os educadores presentes, têm um pouco dele no seu DNA. Vivemos em um mundo onde, cada vez mais, as pessoas curiosas e questionadoras (como foi o artista) conseguem fazer mais conexões e acabam por se destacar no mercado”, explicou Alyne Lemes, assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ.

Esse foi o cenário do Summit Educação – Programa A União Faz a Vida, promovido pela Central Sicredi PR/SP/RJ, nos dias 29 e 30 de outubro, na Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), em Curitiba.

“A perspectiva ativa do Programa é fundamental. O Summit Educação nasceu da necessidade de criarmos momentos de troca, tão necessários quando se trabalha com educação. As experiências e reflexões promovidas durante o evento são essenciais para a formação continuada dos professores e educadores”, enfatizou Manfred Dasenbrock, presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ.

Os participantes debateram sobre os desafios da educação, além de compartilharem informações e reflexões sobre o desenvolvimento das iniciativas realizadas com base na metodologia do Programa A União Faz a Vida (PUFV) – principal iniciativa de responsabilidade social da instituição financeira cooperativa.

Desafios na sala de aula

“Quando a aula sai exatamente como foi programada pelo professor é porque ela não deu certo”, analisou o educador Miguel Thompson, um dos palestrantes do evento.

A análise de Thompson cai em um desafio grande para os educadores do século XXI. A tecnologia e a velocidade que ela implica dentro das relações sociais.

“Atualmente, as crianças são, além de curiosas e inquietas, como sempre foram, ansiosas e imediatistas. Por isso, o professor precisa estar preparado para reviravoltas e tempestades, a exemplo do que acontece quando navegamos”, completou Thompson.

Também participaram do evento o jornalista e escritor Marcos Piangers; Jean Sigel, da Escola de Criatividade; a pedagoga e mestre em Educação, Laura Monte Serrat Barbosa; e o vice-presidente de Educação da Pearson Brasil, Juliano Costa.

“O ser humano se desenvolve muito melhor com o ‘olho no olho’, algo que aprendemos na sala de aula e que não deveríamos jamais esquecer. Virtudes como colaboração, valorização do ser humano e amor ao próximo, que aprendemos com nossos professores, jamais deveriam ser esquecidas”, finalizou Lemes.

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