Homem apontado como um dos líderes do PCC é solto após ficar preso por 9 anos no Paraná

Apontado pela polícia como um dos principais chefes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e como líder d..

Leonardo Gomes - BandNews FM Curitiba - 10 de setembro de 2021, 11:44

JOINVILLE, SC, BRASIL, 27.11.2017 -  Detentos condenados cumprem pena na Penitenciária Industrial, considerada modelo, em  Joinville (SC). A direção da penitenciária estima que, dos 1.600 internos no complexo prisional, cerca de 160 sejam ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e o restante ao PGC (Primeiro Grupo Catarinense). (Foto: Avener Prado/Folhapress)
JOINVILLE, SC, BRASIL, 27.11.2017 - Detentos condenados cumprem pena na Penitenciária Industrial, considerada modelo, em Joinville (SC). A direção da penitenciária estima que, dos 1.600 internos no complexo prisional, cerca de 160 sejam ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e o restante ao PGC (Primeiro Grupo Catarinense). (Foto: Avener Prado/Folhapress)

Apontado pela polícia como um dos principais chefes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e como líder do tráfico de drogas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, foi colocado em liberdade nesta quinta-feira (9). Francisco Antonio Cesário da Silva, conhecido como Piauí, estava preso na penitenciária de segurança máxima de Catanduvas, na região Oeste do Paraná.

Ele estava preso desde 2008 e cumpria pena no sistema federal desde 2012. Naquele ano, ele foi transferido a pedido do Governo de São Paulo depois que órgãos de inteligência o apontaram como mandante do assassinato de policiais.

Na penitenciária federal, Piauí conseguiu reduzir a pena de extorsão mediante sequestro graças à leitura de livros e à participação em cursos dentro da prisão. Piauí não é o primeiro líder do PCC a deixar uma prisão pela porta da frente.

A lista inclui, entre outros, André de Oliveira Macedo, o André do Rap, e Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue – o primeiro está foragido, enquanto o segundo foi morto durante uma guerra interna da facção. A reportagem tenta contato com a defesa de Piauí.